Torrinha — SP
São Paulo · Região imediata de Jaú
Torrinha - SP é uma pequena cidade que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo alto crescimento econômico. Por outro lado, o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios é um fator de atenção.
- População
- 9,5 mil
- PIB
- R$ 380,1 mi
- PIB per capita
- R$ 40,7 mil
- Empregos formais
- 2,5 mil
- Remuneração média
- R$ 2,8 mil
Panorama econômico
Torrinha - SP é uma pequena cidade que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo alto crescimento econômico. Por outro lado, o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios é um fator de atenção.
No ano, o município acumula mais admissões que demissões, com um saldo de 48 funcionários. Além disso, houve incremento de 8 novas empresas na cidade durante o ano.
Tamanho e Localização
Considerado um centro local de baixa influência nos municípios vizinhos, o município de Torrinha fica perto da cidade de Jaú, São Paulo. Dentro de sua área de influência, a cidade atrai maior parte dos visitantes pelos esportes.
Torrinha é o 10º município mais populoso da pequena região de Jaú, com 9,5 mil habitantes. O PIB da cidade é de cerca de R$ 380,1 milhões de reais, sendo que 45,9% do valor adicionado advém dos serviços, na sequência aparecem as participações da agropecuária (26,2%), da administração pública (17,3%) e da indústria (10,5%).
Com esta estrutura, o PIB per capita de Torrinha é de R$ 40,7 mil, valor inferior à média do estado (R$ 77,6 mil), da grande região de Bauru (R$ 60 mil) e da pequena região de Jaú (R$ 52,5 mil).
Demografia
A cidade tem uma estrutura etária envelhecida, formada por 17,3% de crianças (0 a 14 anos), 11,7% de adolescentes (15 a 24 anos), 21,5% de adultos jovens (25 a 39), 34,1% de adultos maduros (40 a 64) e de 15,4% de pessoas com mais de 65 anos de iade. Isto configura uma razão de dependência de 48,5%, o que indica 4,9 dependentes (crianças e idosos) para cada dez pessoas em idade ativa e que a cidade ainda está em uma situação de bônus demográfico. A razão de dependência paulista é de 42,7%.
O índice de envelhecimento de Torrinha é de 88,7% (8,9 idosos para cada 10 crianças), valor maior que o do estado (65,8%), sinalizando que o município envelhece mais rápido do que a média paulista. Comparado aos demais municípios, o índice da cidade é o 148° maior do estado.
Já o nível de juventude é de 21%, há 2,1 jovens (15–24) para cada 10 adultos (25–64). Este valor fica abaixo da média estadual 24,2%), o que sugere uma menor reposição de pessoas ativas economicamente em curto e médio prazo. Já o índice de maturidade é de 1,59 adultos sêniores (40-64) para cada adulto jovem (25-39), este valor é maior que a média estadual, confirmando concentração em um público favorável a produtos de maior tíquete (finanças, seguros, reformas, saúde preventiva, turismo familiar e mercado imobiliário).
Geração de Empregos
O município possui 2,5 mil empregos com carteira assinada, motorista de caminhão (rotas regionais e internacionais). A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 2,8 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 4,4 mil.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 814 admissões formais e 766 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 48 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 68.
Na pequena região de Jaú este é o 9º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 7º que mais cresce na pequena região de Jaú.
Abertura de Empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 8 novas empresas em Torrinha, sendo que 2 atuam pela internet. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 40 empresas.
Na região, somam-se 1,8 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Bauru, Botucatu, Jaú, Lençóis Paulista e Lins, que somaram um total de 1,3 mil novas empresas, o que representa 71,5% do total de empresas abertas na região no período.
Crescimento da População
Crescimento do PIB
Entre 2006 a 2021, o crescimento do PIB municipal apresentou o 9° melhor desempenho da região imediata. Nos últimos dez anos, o crescimento nominal do nível de atividade da cidade foi de 138,5% e a taxa apresentada dos últimos 5 anos foi de 38%.
Renda e Potencial de Consumo
A concentração de renda entre as classes econômicas em Torrinha pode ser considerada normal e é relativamente superior à média estadual. As faixas de menor poder aquisitivo (E e D) participam com 76,5% do total de remunerações da cidade, enquanto que as classes mais altas representam 1,4%. Destaca-se que a composição de renda das classes mais baixas da cidade têm uma concentração 38,5 pontos percentuais maior que a média estadual, já as faixas de alta renda possuem participação 22,4 pontos abaixo da média.
Do total de trabalhadores, as três atividades que mais empregam são: administração pública em geral (395), transporte intermunicipal de carga (172) e cultivo de frutas (163). Entre os setores característicos da cidade, também se destacam as atividades de cultivo de frutas e produção de carvão vegetal.
A renda média dos responsáveis pelos domicílios na cidade é de R$ 2.815, entre os bairros de maior poder aquisitivo, destacam-se: Sertaozinho, com média de R$ 4.207, seguido dos bairros Santa Felicidade (R$ 3.822), Centro (R$ 3.822) e Vila Catarina (R$ 3.548).
Índice de Empreendedorismo
O Ranking de Empreendedorismo da Caravela coloca o município de Torrinha - SP entre as 369 melhores cidades do Brasil para se fazer negócios. Com um índice final de 82.5 pontos, a cidade tem mais força nos indicadores de Densidade (99.2 pontos) e Sobrevivência (99.22). Por outro lado, ainda enfrenta desafios nos quesitos Diversificação (50.1 pontos) e Geração de empregos (50.07), que obtiveram pontuação mais baixa.
Estrutura de saúde
Em 2022, Torrinha registrou uma taxa de 139,3 leitos do SUS para cada cem mil habitantes. Este quantitativo de leitos diminuiu nos últimos anos em um ritmo de -3 leitos a cada cem mil habitantes por ano. A taxa de atual é a 170° maior do estado. Já os leitos não pertencentes ao SUS formam a taxa de 75 (por 100 mil hab.) e apresentam um crescimento de 2,7 leitos por cem mil habitantes a cada ano. O município não possui registros de leitos de atendimentos de UTI.
A cidade conta com 0,86 enfermeiros para cada mil habitantes e 1,93 médicos por mil habitantes. A taxa de enfermeiros é bem menor que a usual e aumentou nos últimos dez anos, quando a taxa era de 0,52 por mil habitantes. Já a taxa de médicos é semelhante aos demais municípios e cresceu durante os últimos anos. Há dez anos, a taxa era de 0 para cada mil habitantes.
Cobertura vacinal
Entre os nove tipos de vacinações analisadas, a cobertura média vacinal do município é de 37,3%, o que representa uma taxa bem abaixo da média dos demais municípios brasileiros. A vacina de maior cobertura local é a Hepatite B, com uma taxa de 83,7%, por outro lado, a Pneumocócica apresenta maiores desafios, com uma cobertura de 22,1153846153846%.
Atenção básica e pré-natal
Em 2022, no município de Torrinha, o percentual de nascimentos com pré-natal adequado foi de 83,7%, esta é o 258° melhor cenário no estado de São Paulo. Também foram registrados casos de nascimentos com nenhum atendimento de pré-natal, isto ocorreu em 1% dos nascidos vivos no ano, o que pode ser considerada uma taxa comum em relação aos demais municípios brasileiros e se posiciona como o 161° pior cenário do estado.
A cobertura de atenção básica em Torrinha alcançou a taxa de 100% no ano de 2022. No estado, 342 municípios alcançaram a cobertura total de atenção básica para sua população. A cobertura de atendimento dos agentes comunitários e da estratégia de saúde familiar foi de 29% e 69%, respectivamente. Além disso, estima-se que o percentual da população coberta por planos e seguros de assistência suplementar à saúde (privados) é de 9,8%.
Hospitalizações
A taxa de hospitalização do SUS em Torrinha apontam para um nível de internações próxima à média nacional, com 7,94 mil hospitalizações para cada 100 mil habitantes. No período de 2011 a 2022, a evolução do número de hospitalizações mostrou um aumento de 76,3 internações (a cada 100 mil hab.) por ano.
Em relação às taxas de hospitalizações sensíveis à atenção primária, que se refere aos casos de doenças que poderiam ser evitados com ações de atenção primária, o município apresenta um nível de internações próxima à média, de 1,2 mil a cada cem mil habitantes. O crescimento desta categoria de hospitalizações ao longo da última década está abaixo dos demais municípios, com um aumento anual da taxa equivalente a -33,6 hospitalizações por cem mil hab. a cada ano.
Mortalidade
Com estes índices, o nível de mortalidade do município é o 169° maior do estado, com 1,03 mil ocorrências a cada cem mil habitantes. Nos últimos anos, a taxa de mortalidade caiu em um ritmo de -0,1 óbitos a cada cem mil habitantes ao ano. Soma-se a estes valores o total de 107 mortes (a cada 100 mil habitantes) por causas evitáveis, a 489° maior taxa do estado, que tem apresentado uma redução de -1,2 ocorrências para cada 100 mil hab. ao longo de cada ano.
Nascimentos
Entre 2015 a 2020, Torrinha registrou 599 nascimentos, cerca de 99,83 novos bebês por ano. Ao longo dos anos, a tendência de crescimento de novos registros foi positiva e esta taxa de natalidade está acima da média dos demais municípios do Brasil. No período, houve mais nascimentos de meninos, 54,3 a cada 100 bebês.
Segurança pública
Durante o ano de 2022, foram registradas 2 vítimas de homicídio doloso no município. Esta quantidade foi maior que o
Considerando o tamanho populacional, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes em Torrinha é de 21,4, um valor considerado próximo à média. Com base neste indicador, o município é o 1° mais seguro da pequena região de Jaú.
Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Torrinha apresenta uma pontuação geral de 54,4 pontos em 100, classificando-se em 744 entre os 5.570 municípios brasileiros, o que indica um nível de desenvolvimento sustentável considerado médio. Ao todo, o município possui 5 áreas com nível muito baixo, 2 estão em nível baixo, 3 são consideradas médias, 5 áreas estão com nível alto e no patamar muito alto são 2 áreas.
A avaliação dos ODS revela que os principais pontos críticos da cidade são: ODS9 Indústria, inovação e infraestrutura, ODS17 Parcerias para a implementação dos objetivos, ODS12 Produção e consumo sustentáveis, ODS5 Igualdade de gênero.
Por outro lado, os índices de maior desenvolvimento da cidade encontram-se nos objetivos: ODS14 Proteger a vida marinha, ODS7 Energias renováveis e acessíveis, ODS6 Água potável e saneamento, ODS11 Cidades e comunidades sustentáveis.
Mercado de trabalho
O município possui 2,5 mil empregos com carteira assinada, motorista de caminhão (rotas regionais e internacionais). A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 2,8 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 4,4 mil.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 814 admissões formais e 766 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 48 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 68.
Na pequena região de Jaú este é o 9º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 7º que mais cresce na pequena região de Jaú.
Pelas nossas projeções, o período acumulado até julho de 2027 deve apresentar 1523 novas contratações e cerca de 1392 desligamentos, o que deve resultar em um saldo de 131 novos postos de trabalho na cidade. Apesar da projeção positiva, o histórico da movimentação de empregos na cidade dos últimos anos mostra um desempenho abaixo da média, com poucas perspectivas de crescimento dos empregos nos últimos meses.
Entre as 90 atividades econômicas que tiveram movimentações de admissões ou desligamentos no último ano, 48 apresentaram saldo de empregos negativo, destacando-se os segmentos de Abate e fab. de produtos de carne, Apoio à agricultura, pecuária e pós-colheita, Papel, cartolina e papel-cartão (com saldos de -893, -44, -43 empregos, respectivamente). Por outro lado, 42 setores tiveram mais admissões que desligamentos, resultando em saldos positivos, como é o caso das atividades de Assistência social sem alojamento, Adm. do estado e da política econômica e social, Educação infantil e ensino fundamental (com saldos de 409, 67, 54 empregos).
Abertura de empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 8 novas empresas em Torrinha, sendo que 2 atuam pela internet. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 40 empresas.
Na região, somam-se 1,8 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Bauru, Botucatu, Jaú, Lençóis Paulista e Lins, que somaram um total de 1,3 mil novas empresas, o que representa 71,5% do total de empresas abertas na região no período.
Microempreendedores (MEI)
Até o dia 6 de dezembro de 2025, o município possuía um total de 765 microempreendedores individuais. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 80,7 MEIs para cada mil habitantes, este indicador está acima da média dos demais municípios e é a 8° maior taxa da região imediata.
Durante o ano de 2023, o crescimento de MEIs tem sido abaixo da média brasileira, com um aumento de 4,1%, este desempenho é o 450° melhor do estado. No último mês, houve acréscimo de 3 registros do total de microempreendedores individuais.
Frota de veículos
O município de Torrinha possui uma frota total de 8,7 mil veículos, sendo 6,2 mil (71%) carros, 1,1 mil (12%) motos e 762 (9%) caminhões. A cidade tem a 23º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui muitos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos caminhões tem a maior representatividade no município, com o 5° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 2,5% da frota total do município. Este desempenho esteve muito abaixo da média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 545° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento dos automóveis, que apresentaram um aumento de 3% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 329° melhor desempenho estadual.
Movimentação bancária
No acumulado do ano de 2026, até o mês de março, as estatísticas bancárias municipais de Torrinha apresentam um movimento de queda dos seus valores de poupança, na ordem de -2,6%. No mesmo período, as operações de crédito tiveram alta de 4,9% e os financiamentos imobiliários , ao contrário, apresentaram retração, com queda de -27,9%.
Considerando a evolução dos demais municípios, o movimento de decadência da poupança está muito abaixo da média, o que sinaliza um fator negativo para o poder de compra no médio prazo dos moradores. Nas operações de crédito, o ritmo é considerado muito baixo, revelando uma possível queda de investimentos. Por fim, a evolução dos financiamentos imobiliários mostra um mercado muito desaquecido nos últimos meses.
Transações via PIX
No acumulado do mês de agosto de 2026, o valor pago por pessoas físicas em transações financeiras via PIX somou um total de R$ 61,2 milhões de reais. Já o total recebido por conta jurídicas no mês foi de R$ 40,2 milhões de reais.
O valor das transações de agosto representa um crescimento de 21,2% frente ao mês anterior. Nos últimos 12 meses, a variação do valor pago em transações pix foi de 34,7%, comparando com os demais municípios, este é o 3° melhor desempenho da grande região de Bauru. Seguindo este ritmo, as nossas projeções indicam que o mês de setembro deve apresentar uma redução de -9,1% no valor total de pagamentos PIX.
A quantidade média de transações PIX realizadas no município é de 19,7 por habitante no mês, este índice de adesão é considerado baixo, o que indica uma atividade econômica reduzida. O ticket médio das transações realizadas é considerado elevado, demonstrando um bom poder de compra da população.
A partir das movimentações dos valores de PIX, é possível constatar que o município possui uma sazonalidade muito abaixo da média dos demais municípios. Dezembro é o mês de maior movimentação, com um nível de transação financeira 13,5% superior aos demais meses. Por outro lado, fevereiro é o mês de menor atividade financeira.
Cadastro Único e pobreza
Em junho de 2026, os registros de cadastro único do município somam 1,3 mil famílias e 743 pessoas em situação de pobreza, o que representa 7,8% do total de habitantes, já na condição de extrema pobreza são 972 pessoas (10,2% da população).
A participação do número de pessoas em extrema pobreza é considerada baixa, sendo a cidade com a 5° cidade com maior percentual dentro da pequena região de Jaú.
No último ano, o total de famílias registradas no Cadastro Único cresceu 17,2%, enquanto que o total de famílias em extrema pobreza aumentou 2%, uma variação acima da média nacional.
Imposto de Renda
Em 2023, o número de declarantes do imposto de renda em cidade foi de 2,1 mil pessoas. O total de declarantes aumentou em 4,5% desde o último ano, o que representa um desempenho acima da média.
Considerando o tamanho populacional, o número de declarantes representa 22,6% do total de habitantes, este percentual é considerado acima da média quando comparado com a média dos demais municípios.
A soma dos gastos com despesas médicas declaradas no imposto de renda foi de R$ 3,6 milhões de reais, o que representa uma média de R$ 1,7 mil por declarante. Os gastos com instrução somam 944,6 mil reais e representam um total de R$ 0,4 mil por declarante.
Turismo
De acordo com o Ministério do Turismo, Torrinha pertence ao Polo Serra Do Itaqueri. Este polo turístico envolve 22 cidades, as quais atraem um total de 486,7 mil turistas por ano (3,8% internacionais). Entre as 49 regiões turísticos do estado, o Polo Serra Do Itaqueri é o que 12° que mais atrai turistas. No cenário nacional, este é o 76° maior destino turístico nacional.
A cidade de Torrinha foi classificada pelo Ministério do Turismo como uma município do cluster D, que representa as cidades com baixo potencial turístico do país. No ano de 2019, a agência nacional do turismo encontrou 50 empregos no setor, além de 3 empresas.
Perfil da frota
O município de Torrinha possui uma frota total de 8,7 mil veículos, sendo 6,2 mil (71%) carros, 1,1 mil (12%) motos e 762 (9%) caminhões. A cidade tem a 23º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui muitos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos caminhões tem a maior representatividade no município, com o 5° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 2,5% da frota total do município. Este desempenho esteve muito abaixo da média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 545° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento dos automóveis, que apresentaram um aumento de 3% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 329° melhor desempenho estadual.
Comércio exterior
Durante o ano de 2024, o município de Torrinha - SP registrou um valor exportado de USD 10,9 milhões. Nos últimos anos, houve movimentação de empresas locais exportando produtos para fora do país desde 1997 até o ano de 2024, com uma taxa média de crescimento de 109,2% ao ano.
Em 2024, as importações realizadas pelo município de somaram USD 126 mil. A presença de operações de compra internacional por parte de empresas locais foi registrada ao longo do período de 1997 a 2024. Nesse intervalo, o município apresentou uma taxa média de crescimento anual das importações de 97,9%.
No último ano, as exportações do município estiveram concentradas na venda de Álcoois cíclicos e seus derivados halogenados, Óleos essenciais (desterpenizados ou não), Álcoois acíclicos e seus derivados halogenados, Outras gorduras e óleos vegetais (incluído o óleo de jojoba) e respectivas fracções, Madeira serrada ou endireitada longitudinalmente e outros. Estes produtos representaram 99,7% das exportações municipais.
As importações de 2024 do município estiveram concentradas na aquisição de Prensas, Óleos essenciais (desterpenizados ou não), Tachas, Facas e lâminas cortantes. Estes produtos representaram a totalidade das exportações municipais.
Os principais destinos das exportações do município incluíram países como Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Coreia do Sul, Peru, que absorveram maior parte dos produtos enviados para o exterior. Estes mercados representaram 72,9% das exportações municipais.
As importações registradas em 2024 tiveram como principais origens países como Itália, Estados Unidos, Chinaresponsáveis pelo fornecimento de grande parte dos produtos adquiridos no exterior. Estas fontes de produtos representaram a totalidade das exportações municipais.
Oportunidades de negócio
A participação do comércio, somado aos serviços de alojamento e alimentação, representa 198% do total de trabalhadores e está concentrada nas lojas de materiais de construção e no comércio atacadista de alimentos e bebidas, que empregam 507 trabalhadores.
Ao todo, existem 19 modalidades diferentes de comércio na cidade. Com isso, a diversidade do comércio de Torrinha é considerada média, assim como a dos serviços, que também contempla empresas de alguns setores na cidade, existindo espaço para novos negócios.
Ainda assim, comparando o desempenho da cidade com a média dos municípios com tamanho populacional similar, o nível de diversificação do comércio é superior à média e a dos serviços é semelhante, o que significa maiores oportunidades.
Ainda em comparação com municípios de tamanho similar, as lojas de materiais de construção e o comércio atacadista de alimentos e bebidas se destacam com operações de maior volume de trabalhadores per capita que os demais municípios, o que indica alta concorrência nestes setores. No caso das lojas de materiais de construção são 296 funcionários para cada 10 mil habitantes na cidade, enquanto a média em outros municípios é de 145, resultando em uma diferença de 151 trabalhadores entre a taxa real e a taxa esperada. Já no caso do comércio atacadista de alimentos e bebidas, o município possui um total de 92 funcionários a mais para cada 10 mil habitantes, o que também o classifica como atividade de alta concorrência.
Por outro lado, as atividades das clínicas médicas, os supermercados e lojas de variedades e os restaurantes e bares demonstram grande potencial para novos investimentos locais. O segmento das clínicas médicas costuma apresentar uma taxa esperada de 636 trabalhadores para cada 10 mil habitantes, enquanto a cidade possui uma taxa de 296, resultando em uma diferença de -340. O mesmo ocorre para o setor dos supermercados e lojas de variedades, que apresenta uma diferença entre a taxa real e esperada de -251 trabalhadores para cada 10 mil habitantes.
Destaca-se que os segmentos das clínicas médicas, o comércio atacadista de madeira e material de construção, o comércio atacadista de grãos e insumos agrícolas e o comércio atacadista de eletrônicos e informática representam atividades que costumam ter movimentação de trabalhadores em cidades de tamanho similar, mas que não demonstraram vínculos formais de emprego na cidade.
Menor saturação relativa frente a cidades semelhantes.
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Empresas em Torrinha
Até agosto de 2026 houve registro de 8 novas empresas em Torrinha, sendo que 2 atuam pela internet. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 40 empresas.
Na região, somam-se 1,8 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Bauru, Botucatu, Jaú, Lençóis Paulista e Lins, que somaram um total de 1,3 mil novas empresas, o que representa 71,5% do total de empresas abertas na região no período.
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