Martins — RN
Rio Grande do Norte · Região imediata de Pau dos Ferros
Martins - RN é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios e pela alta regularidade das vendas no ano. O baixo potencial de consumo e o desempenho econômico são os pontos de atenção.
- População
- 8,4 mil
- PIB
- R$ 130,6 mi
- PIB per capita
- R$ 16 mil
- Empregos formais
- 1,2 mil
- Remuneração média
- R$ 2 mil
Panorama econômico
Martins - RN é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios e pela alta regularidade das vendas no ano. O baixo potencial de consumo e o desempenho econômico são os pontos de atenção.
No ano, o município acumula mais admissões que demissões, com um saldo de 12 funcionários.
Tamanho e Localização
Considerado um centro local de baixa influência nos municípios vizinhos, o município de Martins fica perto da cidade de Pau dos Ferros, Rio Grande do Norte. Dentro de sua área de influência, a cidade atrai maior parte dos visitantes pela cultura e lazer.
Martins é o 8º município mais populoso da pequena região de Pau dos Ferros, com 8,4 mil habitantes. O PIB da cidade é de cerca de R$ 130,6 milhões de reais, sendo que 52,8% do valor adicionado advém da administração pública, na sequência aparecem as participações dos serviços (40,8%), da indústria (4,3%) e da agropecuária (2,1%).
Com esta estrutura, o PIB per capita de Martins é de R$ 16 mil, valor inferior à média do estado (R$ 30,8 mil), da grande região de Mossoró (R$ 33,4 mil) e da pequena região de Pau dos Ferros (R$ 16,8 mil).
Demografia
A cidade tem uma estrutura etária envelhecida, formada por 17,7% de crianças (0 a 14 anos), 13,3% de adolescentes (15 a 24 anos), 21,2% de adultos jovens (25 a 39), 32,3% de adultos maduros (40 a 64) e de 15,5% de pessoas com mais de 65 anos de iade. Isto configura uma razão de dependência de 49,6%, o que indica 5 dependentes (crianças e idosos) para cada dez pessoas em idade ativa e que a cidade ainda está em uma situação de bônus demográfico. A razão de dependência potiguar é de 43,6%.
O índice de envelhecimento de Martins é de 87,5% (8,7 idosos para cada 10 crianças), valor maior que o do estado (52,9%), sinalizando que o município envelhece mais rápido do que a média potiguar. Comparado aos demais municípios, o índice da cidade é o 10° maior do estado.
Já o nível de juventude é de 24,8%, há 2,5 jovens (15–24) para cada 10 adultos (25–64). Este valor fica abaixo da média estadual 27,7%), o que sugere uma menor reposição de pessoas ativas economicamente em curto e médio prazo. Já o índice de maturidade é de 1,52 adultos sêniores (40-64) para cada adulto jovem (25-39), este valor é maior que a média estadual, confirmando concentração em um público favorável a produtos de maior tíquete (finanças, seguros, reformas, saúde preventiva, turismo familiar e mercado imobiliário).
Geração de Empregos
O município possui 1,2 mil empregos com carteira assinada, faxineiro. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 2 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,2 mil.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 149 admissões formais e 137 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 12 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 12.
Na pequena região de Pau dos Ferros este é o 7º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 12º que mais cresce na pequena região de Pau dos Ferros.
Abertura de Empresas
Até agosto de 2026 não houve registro de novas empresas em Martins. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 12 empresas.
Na região, somam-se 385 novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Mossoró, Apodi, São Miguel, Caraúbas e Baraúna, que somaram um total de 272 novas empresas, o que representa 70,6% do total de empresas abertas na região no período.
Crescimento da População
Crescimento do PIB
Entre 2006 a 2021, o crescimento do PIB municipal apresentou o 7° melhor desempenho da região imediata. Nos últimos dez anos, o crescimento nominal do nível de atividade da cidade foi de 166,9% e a taxa apresentada dos últimos 5 anos foi de 46,3%.
Renda e Potencial de Consumo
A concentração de renda entre as classes econômicas em Martins pode ser considerada alta e é relativamente superior à média estadual. As faixas de menor poder aquisitivo (E e D) participam com 75,1% do total de remunerações da cidade, enquanto que as classes mais altas representam 0,7%. Destaca-se que a composição de renda das classes mais baixas da cidade têm uma concentração 27,5 pontos percentuais maior que a média estadual, já as faixas de alta renda possuem participação 16,3 pontos abaixo da média.
Do total de trabalhadores, as três atividades que mais empregam são: administração pública em geral (581), recreação e lazer (111) e serviços prestados principalmente às empresas (96). Entre os setores característicos da cidade, também se destacam as atividades de recreação e lazer e serviços prestados principalmente às empresas.
A renda média dos responsáveis pelos domicílios na cidade é de R$ 1.634, entre os bairros de maior poder aquisitivo, destacam-se: Sitio Canto, com média de R$ 2.561, seguido dos bairros Centro (R$ 1.923), Jocelyn Villar (R$ 1.923) e Cohab (R$ 1.907).
Índice de Empreendedorismo
O Ranking de Empreendedorismo da Caravela coloca o município de Martins - RN entre as 34 melhores cidades do estado para se fazer negócios. Com um índice final de 46.3 pontos, a cidade tem mais força nos indicadores de Sobrevivência (84.8 pontos) e Geração de empregos (84.85). Por outro lado, ainda enfrenta desafios nos quesitos Densidade (29.2 pontos) e Diversificação (29.21), que obtiveram pontuação mais baixa.
Estrutura de saúde
Em 2022, Martins registrou uma taxa de 146,7 leitos do SUS para cada cem mil habitantes. Este quantitativo de leitos diminuiu nos últimos anos em um ritmo de -35,6 leitos a cada cem mil habitantes por ano. A taxa de atual é a 73° maior do estado. Já os leitos não pertencentes ao SUS formam a taxa de 0 (por 100 mil hab.) e apresentam uma redução de -2,2 leitos por cem mil habitantes a cada ano. O município não possui registros de leitos de atendimentos de UTI.
A cidade conta com 0,86 enfermeiros para cada mil habitantes e 0,86 médicos por mil habitantes. A taxa de enfermeiros é bem menor que a usual e aumentou nos últimos dez anos, quando a taxa era de 0,24 por mil habitantes. Já a taxa de médicos é bem inferior à média e cresceu durante os últimos anos. Há dez anos, a taxa era de 0,24 para cada mil habitantes.
Cobertura vacinal
Entre os nove tipos de vacinações analisadas, a cobertura média vacinal do município é de 90,9%, o que representa uma taxa próxima à média dos demais municípios brasileiros. A vacina de maior cobertura local é a BCG, com uma taxa de 100%, por outro lado, a Rotavírus Humano apresenta maiores desafios, com uma cobertura de 78,4090909090909%.
Atenção básica e pré-natal
Em 2022, no município de Martins, o percentual de nascimentos com pré-natal adequado foi de 88,6%, esta é o 12° melhor cenário no estado de Rio Grande do Norte. Não foram registrados nascimentos de crianças com nenhum atendimento de pré-natal, o que ocorreu em apenas 2023 municípios brasileiros e 70 municípios do estado.
A cobertura de atenção básica em Martins alcançou a taxa de 100% no ano de 2022. No estado, 162 municípios alcançaram a cobertura total de atenção básica para sua população. A cobertura de atendimento dos agentes comunitários e da estratégia de saúde familiar foi de 100% para ambas as taxas. Além disso, estima-se que o percentual da população coberta por planos e seguros de assistência suplementar à saúde (privados) é de 3,1%.
Hospitalizações
A taxa de hospitalização do SUS em Martins apontam para um nível de internações abaixo da média nacional, com 5,47 mil hospitalizações para cada 100 mil habitantes. Além do baixo nível de internações, a evoluação desta taxa na última década apresenta resultados positivos, com uma queda muito abaixo dos demais municípios. No período de 2011 a 2022, a evolução do número de hospitalizações mostrou uma queda de -197,5 internações (a cada 100 mil hab.) por ano.
Em relação às taxas de hospitalizações sensíveis à atenção primária, que se refere aos casos de doenças que poderiam ser evitados com ações de atenção primária, o município apresenta um nível de internações abaixo da média, de 1 mil a cada cem mil habitantes. O crescimento desta categoria de hospitalizações ao longo da última década está muito abaixo dos demais municípios, com um aumento anual da taxa equivalente a -195,2 hospitalizações por cem mil hab. a cada ano.
Mortalidade
Com estes índices, o nível de mortalidade do município é o 49° maior do estado, com 844 ocorrências a cada cem mil habitantes. Nos últimos anos, a taxa de mortalidade cresceu em um ritmo de 25 óbitos a cada cem mil habitantes ao ano. Soma-se a estes valores o total de 159 mortes (a cada 100 mil habitantes) por causas evitáveis, a 31° maior taxa do estado, que tem apresentado uma redução de -0,8 ocorrências para cada 100 mil hab. ao longo de cada ano.
Nascimentos
Entre 2015 a 2020, Martins registrou 545 nascimentos, cerca de 90,83 novos bebês por ano. Ao longo dos anos, a tendência de crescimento de novos registros foi positiva e esta taxa de natalidade está acima da média dos demais municípios do Brasil. No período, houve mais nascimentos de meninas, 51,4 a cada 100 bebês.
Segurança pública
Durante o ano de 2022, foram registradas 0 vítimas de homicídio doloso no município. Esta quantidade foi menor que o desempenho de 2021, quando houve 1 vítimas na cidade. Em 2018, o número de casos de homicídio era de 0, representando uma manutenção na segurança local.
Considerando o tamanho populacional, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes em Martins é de 0, um valor considerado abaixo da média. Com base neste indicador, o município é o 19° mais seguro da pequena região de Pau dos Ferros.
Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Martins apresenta uma pontuação geral de 47,3 pontos em 100, classificando-se em 2568 entre os 5.570 municípios brasileiros, o que indica um nível de desenvolvimento sustentável considerado baixo. Ao todo, o município possui 5 áreas com nível muito baixo, 4 estão em nível baixo, 2 são consideradas médias, 3 áreas estão com nível alto e no patamar muito alto apenas uma área.
A avaliação dos ODS revela que os principais pontos críticos da cidade são: ODS9 Indústria, inovação e infraestrutura, ODS17 Parcerias para a implementação dos objetivos, ODS15 Protefer a vida terrestre, ODS12 Produção e consumo sustentáveis.
Por outro lado, os índices de maior desenvolvimento da cidade encontram-se nos objetivos: ODS11 Cidades e comunidades sustentáveis, ODS3 Saúde de qualidade, ODS7 Energias renováveis e acessíveis, ODS13 Ação climática.
Mercado de trabalho
O município possui 1,2 mil empregos com carteira assinada, faxineiro. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 2 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,2 mil.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 149 admissões formais e 137 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 12 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 12.
Na pequena região de Pau dos Ferros este é o 7º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 12º que mais cresce na pequena região de Pau dos Ferros.
Pelas nossas projeções, o período acumulado até julho de 2027 deve apresentar 333 novas contratações e cerca de 299 desligamentos, o que deve resultar em um saldo de 34 novos postos de trabalho na cidade. Apesar da projeção positiva, o histórico da movimentação de empregos na cidade dos últimos anos mostra um desempenho abaixo da média, com poucas perspectivas de crescimento dos empregos nos últimos meses.
Entre as 25 atividades econômicas que tiveram movimentações de admissões ou desligamentos no último ano, 8 apresentaram saldo de empregos negativo, destacando-se os segmentos de Lojas de informática, Atividades jurídicas, Atividades profissionais, científicas e técnicas (com saldos de -3, -2, -2 empregos, respectivamente). Por outro lado, 17 setores tiveram mais admissões que desligamentos, resultando em saldos positivos, como é o caso das atividades de Fab. de conservas de frutas, legumes e vegetais, Lavouras permanentes, Outros transportes aquaviários (com saldos de 43, 4, 4 empregos).
Abertura de empresas
Até agosto de 2026 não houve registro de novas empresas em Martins. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 12 empresas.
Na região, somam-se 385 novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Mossoró, Apodi, São Miguel, Caraúbas e Baraúna, que somaram um total de 272 novas empresas, o que representa 70,6% do total de empresas abertas na região no período.
Microempreendedores (MEI)
Até o dia 6 de dezembro de 2025, o município possuía um total de 350 microempreendedores individuais. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 41,6 MEIs para cada mil habitantes, este indicador está abaixo da média dos demais municípios e é a 2° maior taxa da região imediata.
Durante o ano de 2023, o crescimento de MEIs tem sido acima da média brasileira, com um aumento de 6,4%, este desempenho é o 61° melhor do estado. No último mês, houve acréscimo de 6 registros do total de microempreendedores individuais.
Frota de veículos
O município de Martins possui uma frota total de 3,6 mil veículos, sendo 1,2 mil (32%) carros, 2,2 mil (62%) motos e 77 (2%) caminhões. A cidade tem a 34º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui poucos veículos na cidade. Destaca-se que a participação das motos possui a maior representatividade no município, com o 19° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 5,6% da frota total do município. Este desempenho esteve próximo à média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 79° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 6% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 59° melhor desempenho estadual.
Transações via PIX
No acumulado do mês de agosto de 2026, o valor pago por pessoas físicas em transações financeiras via PIX somou um total de R$ 24,8 milhões de reais. Já o total recebido por conta jurídicas no mês foi de R$ 14,3 milhões de reais.
O valor das transações de agosto representa um crescimento de 2,2% frente ao mês anterior. Nos últimos 12 meses, a variação do valor pago em transações pix foi de 16,9%, comparando com os demais municípios, este é o 11° melhor desempenho da pequena região de Pau dos Ferros. Seguindo este ritmo, as nossas projeções indicam que o mês de setembro deve apresentar uma redução de -5,9% no valor total de pagamentos PIX.
A quantidade média de transações PIX realizadas no município é de 21,7 por habitante no mês, este índice de adesão é considerado baixo, o que indica uma atividade econômica reduzida. O ticket médio das transações realizadas é considerado muito baixo, demonstrando um pequeno poder de compra da população.
A partir das movimentações dos valores de PIX, é possível constatar que o município possui uma sazonalidade muito abaixo da média dos demais municípios. Dezembro é o mês de maior movimentação, com um nível de transação financeira 7,9% superior aos demais meses. Por outro lado, fevereiro é o mês de menor atividade financeira.
Cadastro Único e pobreza
Em junho de 2026, os registros de cadastro único do município somam 2,5 mil famílias e 3,2 mil pessoas em situação de pobreza, o que representa 38,5% do total de habitantes, já na condição de extrema pobreza são 1,2 mil pessoas (14,2% da população).
A participação do número de pessoas em extrema pobreza é considerada mediana, sendo a cidade com a 26° cidade com maior percentual dentro da pequena região de Pau dos Ferros.
No último ano, o total de famílias registradas no Cadastro Único cresceu 19%, enquanto que o total de famílias em extrema pobreza aumentou 10,4%, uma variação abaixo da média nacional.
Imposto de Renda
Em 2023, o número de declarantes do imposto de renda em cidade foi de 682 pessoas. O total de declarantes reduziu em -2,7% desde o último ano, o que representa um desempenho bem abaixo da média.
Considerando o tamanho populacional, o número de declarantes representa 8,1% do total de habitantes, este percentual é considerado abaixo da média quando comparado com a média dos demais municípios.
A soma dos gastos com despesas médicas declaradas no imposto de renda foi de R$ 1,5 milhão de reais, o que representa uma média de R$ 2,2 mil por declarante. Os gastos com instrução somam 362,1 mil reais e representam um total de R$ 0,5 mil por declarante.
Turismo
De acordo com o Ministério do Turismo, Martins pertence ao Polo Serrano. Este polo turístico envolve 37 cidades, as quais atraem um total de 261,5 mil turistas por ano (0,2% internacionais). Entre as 5 regiões turísticos do estado, o Polo Serrano é o que 4° que mais atrai turistas. No cenário nacional, este é o 126° maior destino turístico nacional.
A cidade de Martins foi classificada pelo Ministério do Turismo como uma município do cluster C, que representa as cidades brasileiras com potencial turístico mediano. No ano de 2019, a agência nacional do turismo encontrou 43 empregos no setor, além de 4 empresas. As atrações turísticas da cidade ano ano foram capazes de atrair 36,1 mil turistas nacionais, o que representa 13,8% do total de turistas do polo turístico.
Perfil da frota
O município de Martins possui uma frota total de 3,6 mil veículos, sendo 1,2 mil (32%) carros, 2,2 mil (62%) motos e 77 (2%) caminhões. A cidade tem a 34º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui poucos veículos na cidade. Destaca-se que a participação das motos possui a maior representatividade no município, com o 19° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 5,6% da frota total do município. Este desempenho esteve próximo à média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 79° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 6% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 59° melhor desempenho estadual.
Comércio exterior
Durante o ano de 2024, o município de Martins - RN não registrou valores de exportação significativos. Nos últimos anos, também não houve quaisquer movimentações de empresas locais exportando produtos para fora do país
Em 2024, nenhuma empresa do município importou produtos estrangeiros. A presença de operações de compra internacional por parte de empresas locais foi registrada ao longo do 1999.
Oportunidades de negócio
A participação do comércio, somado aos serviços de alojamento e alimentação, representa 16% do total de trabalhadores e está concentrada nos restaurantes e bares e nos supermercados e lojas de variedades, que empregam 94 trabalhadores.
Ao todo, existem 16 modalidades diferentes de comércio na cidade. Com isso, a diversidade do comércio de Martins é considerada baixa, assim como a dos serviços, que também carece de maior desenvolvimento e abre oportunidades para novos negócios.
Comparando o desempenho da cidade com a média dos municípios com tamanho populacional similar, tanto o comércio quanto os serviços apresentam grau de desenvolvimento semelhante aos demais municípios.
Ainda em comparação com municípios de tamanho similar, não foram encontrados setores de alta concorrência na cidade.
Por outro lado, as atividades dos supermercados e lojas de variedades, as clínicas médicas e os restaurantes e bares demonstram grande potencial para novos investimentos locais. O segmento dos supermercados e lojas de variedades costuma apresentar uma taxa esperada de 412 trabalhadores para cada 10 mil habitantes, enquanto a cidade possui uma taxa de 2, resultando em uma diferença de -410. O mesmo ocorre para o setor das clínicas médicas, que apresenta uma diferença entre a taxa real e esperada de -340 trabalhadores para cada 10 mil habitantes.
Destaca-se que os segmentos das clínicas médicas, as lojas de informática, o comércio atacadista de alimentos e bebidas, o comércio de peças de veículos, o comércio atacadista de roupas e cosméticos, as auto mecânicas, o comércio de veículos e o comércio atacadista de químicos, papel e sucatas representam atividades que costumam ter movimentação de trabalhadores em cidades de tamanho similar, mas que não demonstraram vínculos formais de emprego na cidade.
Menor saturação relativa frente a cidades semelhantes.
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De acordo com o Censo, o bairro mais populoso da cidade é Jocelyn Villar, com 1,4 mil habitantes, o que representa 16,6% da população da cidade, seguido do bairro Centro, com 14,9%.
No município de Martins, a média municipal é de estabelecimentos comerciais é de 18,2 a cada 100 domicílios. Os bairros que possuem a maior número de comércios são Centro, com 37% do total da cidade, em seguida aparecem os bairros Jocelyn Villar (16,9%) e Camboa (8%).
De acordo com o Censo, existem cerca de 221 edificações em construção no município, o que equivale a um índice de 6,3 construções para cada 100 domicílios. Os bairros com maior movimentação imobiliária são Centro, com um percentual de 12,2% do total de edificações em construção municipal , Jocelyn Villar (15,4%) e Camboa (16,3%).
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Empresas em Martins
Até agosto de 2026 não houve registro de novas empresas em Martins. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 12 empresas.
Na região, somam-se 385 novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Mossoró, Apodi, São Miguel, Caraúbas e Baraúna, que somaram um total de 272 novas empresas, o que representa 70,6% do total de empresas abertas na região no período.
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