Alagoinha do Piauí — PI
Piauí · Região imediata de Picos
Alagoinha do Piauí - PI é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios e pelo alto crescimento econômico. O baixo potencial de consumo e a baixa regularidade das vendas no ano são os pontos de atenção.
- População
- 6,9 mil
- PIB
- R$ 80,8 mi
- PIB per capita
- R$ 11,8 mil
- Empregos formais
- 356
- Remuneração média
- R$ 2,6 mil
Panorama econômico
Alagoinha do Piauí - PI é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios e pelo alto crescimento econômico. O baixo potencial de consumo e a baixa regularidade das vendas no ano são os pontos de atenção.
No ano, o município acumula mais admissões que demissões, com um saldo de 2 funcionários. Além disso, houve incremento de 1 novas empresas na cidade durante o ano.
Tamanho e Localização
Considerado um centro local de baixa influência nos municípios vizinhos, o município de Alagoinha do Piauí fica perto da cidade de Picos, Piauí. Dentro de sua área de influência, a cidade atrai maior parte dos visitantes pelos esportes.
Alagoinha do Piauí é o 10º município mais populoso da pequena região de Picos, com 6,9 mil habitantes. O PIB da cidade é de cerca de R$ 80,8 milhões de reais, sendo que 57,7% do valor adicionado advém da administração pública, na sequência aparecem as participações da agropecuária (19,3%), dos serviços (18,8%) e da indústria (4,2%).
Com esta estrutura, o PIB per capita de Alagoinha do Piauí é de R$ 11,8 mil, valor inferior à média do estado (R$ 24,7 mil), da grande região de Picos (R$ 18,5 mil) e da pequena região de Picos (R$ 18,7 mil).
Demografia
A cidade tem uma estrutura etária envelhecida, formada por 17,6% de crianças (0 a 14 anos), 14% de adolescentes (15 a 24 anos), 22,2% de adultos jovens (25 a 39), 33,5% de adultos maduros (40 a 64) e de 12,7% de pessoas com mais de 65 anos de iade. Isto configura uma razão de dependência de 43,4%, o que indica 4,3 dependentes (crianças e idosos) para cada dez pessoas em idade ativa e que a cidade ainda está em uma situação de bônus demográfico. A razão de dependência piauiense é de 46,1%.
O índice de envelhecimento de Alagoinha do Piauí é de 72,2% (7,2 idosos para cada 10 crianças), valor maior que o do estado (51,1%), sinalizando que o município envelhece mais rápido do que a média piauiense. Comparado aos demais municípios, o índice da cidade é o 43° maior do estado.
Já o nível de juventude é de 25,2%, há 2,5 jovens (15–24) para cada 10 adultos (25–64). Este valor fica abaixo da média estadual 29,9%), o que sugere uma menor reposição de pessoas ativas economicamente em curto e médio prazo. Já o índice de maturidade é de 1,51 adultos sêniores (40-64) para cada adulto jovem (25-39), este valor é maior que a média estadual, confirmando concentração em um público favorável a produtos de maior tíquete (finanças, seguros, reformas, saúde preventiva, turismo familiar e mercado imobiliário).
Geração de Empregos
O município possui 356 empregos com carteira assinada, professor de nível superior do ensino fundamental (primeira a quarta série). A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 2,6 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,1 mil.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 14 admissões formais e 12 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 2 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 14.
Na pequena região de Picos este é o 16º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 18º que mais cresce na pequena região de Picos.
Abertura de Empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 1 nova empresa em Alagoinha do Piauí, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 2 empresas.
Na região, somam-se 264 novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Picos, Paulistana, Oeiras, Pio IX e São João da Canabrava, que somaram um total de 216 novas empresas, o que representa 81,8% do total de empresas abertas na região no período.
Crescimento da População
Crescimento do PIB
Entre 2006 a 2021, o crescimento do PIB municipal apresentou o 17° melhor desempenho da região imediata. Nos últimos dez anos, o crescimento nominal do nível de atividade da cidade foi de 163,6% e a taxa apresentada dos últimos 5 anos foi de 42,7%.
Renda e Potencial de Consumo
A concentração de renda entre as classes econômicas em Alagoinha do Piauí pode ser considerada normal e é relativamente inferior à média estadual. As faixas de menor poder aquisitivo (E e D) participam com 74,4% do total de remunerações da cidade, enquanto que as classes mais altas representam 0%. Destaca-se que a composição de renda das classes mais baixas da cidade têm uma concentração 23,8 pontos percentuais maior que a média estadual, já as faixas de alta renda possuem participação 15,3 pontos abaixo da média.
Do total de trabalhadores, as três atividades que mais empregam são: administração pública em geral (288), serviços de funerárias (14) e serviços de assistência social sem alojamento (11). Entre os setores característicos da cidade, também se destacam as atividades de administração pública em geral e serviços de funerárias.
A renda média dos responsáveis pelos domicílios na cidade é de R$ 1.055, entre os bairros de maior poder aquisitivo, destacam-se: Centro, com média de R$ 1.247, seguido dos bairros Serrinha Dos Fernandes (R$ 1.144), Serra Dos Cajueiros (R$ 1.144) e Jatoba (R$ 1.094).
Índice de Empreendedorismo
O Ranking de Empreendedorismo da Caravela coloca o município de Alagoinha do Piauí - PI entre as 167 melhores cidades do estado para se fazer negócios. Com um índice final de 12.8 pontos, a cidade tem mais força nos indicadores de Sobrevivência (29.8 pontos) e Diversificação (29.8). Por outro lado, ainda enfrenta desafios nos quesitos Crescimento (0 pontos) e Geração de empregos (0), que obtiveram pontuação mais baixa.
Estrutura de saúde
Em 2022, Alagoinha do Piauí registrou uma taxa de 176 leitos do SUS para cada cem mil habitantes. Este quantitativo de leitos aumentou nos últimos anos em um ritmo de 0,5 leitos a cada cem mil habitantes por ano. A taxa de atual é a 61° maior do estado. Já os leitos não pertencentes ao SUS formam a taxa de 0 (por 100 mil hab.) e apresentam um crescimento de 0 leitos por cem mil habitantes a cada ano. O município não possui registros de leitos de atendimentos de UTI.
A cidade conta com 1,17 enfermeiros para cada mil habitantes e 0,59 médicos por mil habitantes. A taxa de enfermeiros é menor que a usual e aumentou nos últimos dez anos, quando a taxa era de 0,53 por mil habitantes. Já a taxa de médicos é bem inferior à média e cresceu durante os últimos anos. Há dez anos, a taxa era de 0,26 para cada mil habitantes.
Cobertura vacinal
Entre os nove tipos de vacinações analisadas, a cobertura média vacinal do município é de 76,7%, o que representa uma taxa bem abaixo da média dos demais municípios brasileiros. A vacina de maior cobertura local é a BCG, com uma taxa de 100%, por outro lado, a Hepatite A apresenta maiores desafios, com uma cobertura de 61,9565217391304%.
Atenção básica e pré-natal
Em 2022, no município de Alagoinha do Piauí, o percentual de nascimentos com pré-natal adequado foi de 73,9%, esta é o 44° melhor cenário no estado de Piauí. Também foram registrados casos de nascimentos com nenhum atendimento de pré-natal, isto ocorreu em 1,1% dos nascidos vivos no ano, o que pode ser considerada uma taxa comum em relação aos demais municípios brasileiros e se posiciona como o 101° pior cenário do estado.
A cobertura de atenção básica em Alagoinha do Piauí alcançou a taxa de 100% no ano de 2022. No estado, 222 municípios alcançaram a cobertura total de atenção básica para sua população. A cobertura de atendimento dos agentes comunitários e da estratégia de saúde familiar foi de 100% para ambas as taxas. Além disso, estima-se que o percentual da população coberta por planos e seguros de assistência suplementar à saúde (privados) é de 0,6%.
Hospitalizações
A taxa de hospitalização do SUS em Alagoinha do Piauí apontam para um nível de internações abaixo da média nacional, com 5,65 mil hospitalizações para cada 100 mil habitantes. Além do baixo nível de internações, a evoluação desta taxa na última década apresenta resultados positivos, com uma queda muito abaixo dos demais municípios. No período de 2011 a 2022, a evolução do número de hospitalizações mostrou uma queda de -372,2 internações (a cada 100 mil hab.) por ano.
Em relação às taxas de hospitalizações sensíveis à atenção primária, que se refere aos casos de doenças que poderiam ser evitados com ações de atenção primária, o município apresenta um nível de internações próxima à média, de 1,5 mil a cada cem mil habitantes. O crescimento desta categoria de hospitalizações ao longo da última década está muito abaixo dos demais municípios, com um aumento anual da taxa equivalente a -259,2 hospitalizações por cem mil hab. a cada ano.
Mortalidade
Com estes índices, o nível de mortalidade do município é o 105° maior do estado, com 777 ocorrências a cada cem mil habitantes. Nos últimos anos, a taxa de mortalidade cresceu em um ritmo de 18,9 óbitos a cada cem mil habitantes ao ano. Soma-se a estes valores o total de 103 mortes (a cada 100 mil habitantes) por causas evitáveis, a 137° maior taxa do estado, que tem apresentado um crescimento de 2,1 ocorrências para cada 100 mil hab. ao longo de cada ano.
Nascimentos
Entre 2015 a 2020, Alagoinha do Piauí registrou 523 nascimentos, cerca de 87,17 novos bebês por ano. Ao longo dos anos, a tendência de crescimento de novos registros foi positiva e esta taxa de natalidade está próxima à média dos demais municípios do Brasil. No período, houve mais nascimentos de meninos, 50,9 a cada 100 bebês.
Segurança pública
Durante o ano de 2022, foram registradas 1 vítimas de homicídio doloso no município. Esta quantidade foi maior que o
Considerando o tamanho populacional, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes em Alagoinha do Piauí é de 14,7, um valor considerado próximo à média. Com base neste indicador, o município é o 12° mais seguro da pequena região de Picos.
Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Alagoinha do Piauí apresenta uma pontuação geral de 36,3 pontos em 100, classificando-se em 5282 entre os 5.570 municípios brasileiros, o que indica um nível de desenvolvimento sustentável considerado muito baixo. Ao todo, o município possui 10 áreas com nível muito baixo, uma está em nível baixo, 2 são consideradas médias, 3 áreas estão com nível alto e no patamar muito alto ainda não existem indicadores.
A avaliação dos ODS revela que os principais pontos críticos da cidade são: ODS9 Indústria, inovação e infraestrutura, ODS17 Parcerias para a implementação dos objetivos, ODS15 Protefer a vida terrestre, ODS1 Erradicar a pobreza.
Por outro lado, os índices de maior desenvolvimento da cidade encontram-se nos objetivos: ODS13 Ação climática, ODS11 Cidades e comunidades sustentáveis, ODS3 Saúde de qualidade, ODS10 Reduzir as desigualdades.
Mercado de trabalho
O município possui 356 empregos com carteira assinada, professor de nível superior do ensino fundamental (primeira a quarta série). A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 2,6 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,1 mil.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 14 admissões formais e 12 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 2 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 14.
Na pequena região de Picos este é o 16º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 18º que mais cresce na pequena região de Picos.
Pelas nossas projeções, o período acumulado até julho de 2027 deve apresentar 9 novas contratações e cerca de 6 desligamentos, o que deve resultar em um saldo de 3 novos postos de trabalho na cidade. Apesar da projeção positiva, o histórico da movimentação de empregos na cidade dos últimos anos mostra um desempenho abaixo da média, com poucas perspectivas de crescimento dos empregos nos últimos meses.
Entre as 5 atividades econômicas que tiveram movimentações de admissões ou desligamentos no último ano, 3 apresentaram saldo de empregos negativo, destacando-se os segmentos de Lojas de materiais de construção, Construção de edifícios, Farmácias, óticas e perfumarias (com saldos de -3, -3, -1 empregos, respectivamente). Por outro lado, 2 setores tiveram mais admissões que desligamentos, resultando em saldos positivos, como é o caso das atividades de Postos de combustíveis, Outras obras de infraestrutura (com saldos de 2, 1 empregos).
Abertura de empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 1 nova empresa em Alagoinha do Piauí, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 2 empresas.
Na região, somam-se 264 novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Picos, Paulistana, Oeiras, Pio IX e São João da Canabrava, que somaram um total de 216 novas empresas, o que representa 81,8% do total de empresas abertas na região no período.
Microempreendedores (MEI)
Até o dia 6 de dezembro de 2025, o município possuía um total de 86 microempreendedores individuais. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 12,5 MEIs para cada mil habitantes, este indicador está bem abaixo da média dos demais municípios e é a 21° maior taxa da região imediata.
Durante o ano de 2023, o crescimento de MEIs tem sido abaixo da média brasileira, com um aumento de 4,9%, este desempenho é o 107° melhor do estado. No último mês, houve decréscimo de 0 registros do total de microempreendedores individuais.
Frota de veículos
O município de Alagoinha do Piauí possui uma frota total de 2 mil veículos, sendo 1,1 mil (54%) carros, 836 (41%) motos e 58 (3%) caminhões. A cidade tem a 79º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui bem poucos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos carros tem a maior representatividade no município, com o 19° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 14,6% da frota total do município. Este desempenho esteve acima da média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 7° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento dos automóveis, que apresentaram um aumento de 16,2% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 5° melhor desempenho estadual.
Transações via PIX
No acumulado do mês de agosto de 2026, o valor pago por pessoas físicas em transações financeiras via PIX somou um total de R$ 29,3 milhões de reais. Já o total recebido por conta jurídicas no mês foi de R$ 7,6 milhões de reais.
O valor das transações de agosto representa um crescimento de 7% frente ao mês anterior. Nos últimos 12 meses, a variação do valor pago em transações pix foi de 22,9%, comparando com os demais municípios, este é o 12° melhor desempenho da pequena região de Picos. Seguindo este ritmo, as nossas projeções indicam que o mês de setembro deve apresentar uma redução de -3% no valor total de pagamentos PIX.
A quantidade média de transações PIX realizadas no município é de 21,6 por habitante no mês, este índice de adesão é considerado baixo, o que indica uma atividade econômica reduzida. O ticket médio das transações realizadas é considerado próximo à média, demonstrando um usual poder de compra da população.
A partir das movimentações dos valores de PIX, é possível constatar que o município possui uma sazonalidade muito abaixo da média dos demais municípios. Outubro é o mês de maior movimentação, com um nível de transação financeira 10,2% superior aos demais meses. Por outro lado, fevereiro é o mês de menor atividade financeira.
Cadastro Único e pobreza
Em junho de 2026, os registros de cadastro único do município somam 2,3 mil famílias e 3,3 mil pessoas em situação de pobreza, o que representa 48,5% do total de habitantes, já na condição de extrema pobreza são 736 pessoas (10,7% da população).
A participação do número de pessoas em extrema pobreza é considerada baixa, sendo a cidade com a 31° cidade com maior percentual dentro da pequena região de Picos.
No último ano, o total de famílias registradas no Cadastro Único cresceu 14,8%, enquanto que o total de famílias em extrema pobreza aumentou 4,2%, uma variação acima da média nacional.
Imposto de Renda
Em 2023, o número de declarantes do imposto de renda em cidade foi de 360 pessoas. O total de declarantes aumentou em 4,3% desde o último ano, o que representa um desempenho próximo à média.
Considerando o tamanho populacional, o número de declarantes representa 5,2% do total de habitantes, este percentual é considerado bem abaixo da média quando comparado com a média dos demais municípios.
A soma dos gastos com despesas médicas declaradas no imposto de renda foi de R$ 580,5 mil reais, o que representa uma média de R$ 1,6 mil por declarante. Os gastos com instrução somam 171,7 mil reais e representam um total de R$ 0,5 mil por declarante.
Turismo
De acordo com o Ministério do Turismo, Alagoinha do Piauí pertence ao Polo Histórico Cultural. Este polo turístico envolve 81 cidades, as quais atraem um total de 102,2 mil turistas por ano (0,2% internacionais). Entre as 7 regiões turísticos do estado, o Polo Histórico Cultural é o que 3° que mais atrai turistas. No cenário nacional, este é o 214° maior destino turístico nacional.
A cidade de Alagoinha do Piauí não foi classificada como um polo turístico pelo Ministério do Turismo, mas a a pequena região de Picos foi identificada com 0 empregos do setor, além de 0 empresas e 44,6 mil visitas nacionais.
Perfil da frota
O município de Alagoinha do Piauí possui uma frota total de 2 mil veículos, sendo 1,1 mil (54%) carros, 836 (41%) motos e 58 (3%) caminhões. A cidade tem a 79º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui bem poucos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos carros tem a maior representatividade no município, com o 19° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 14,6% da frota total do município. Este desempenho esteve acima da média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 7° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento dos automóveis, que apresentaram um aumento de 16,2% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 5° melhor desempenho estadual.
Comércio exterior
Durante o ano de 2024, o município de Alagoinha do Piauí - PI não registrou valores de exportação significativos. Nos últimos anos, também não houve quaisquer movimentações de empresas locais exportando produtos para fora do país
Em 2024, nenhuma empresa do município importou produtos estrangeiros. A presença de operações de compra internacional por parte de empresas locais nunca foi registrada.
Oportunidades de negócio
A participação do comércio, somado aos serviços de alojamento e alimentação, representa 6% do total de trabalhadores e está concentrada nas farmácias, óticas e perfumarias e no comércio de veículos, que empregam 13 trabalhadores.
Ao todo, existem 4 modalidades diferentes de comércio na cidade. Com isso, a diversidade do comércio de Alagoinha do Piauí é considerada muito baixa. Enquanto a diversidade dos serviços é muito baixa.
Comparando o desempenho da cidade com a média dos municípios com tamanho populacional similar, tanto o comércio quanto os serviços apresentam menor grau de desenvolvimento comercial.
Ainda em comparação com municípios de tamanho similar, não foram encontrados setores de alta concorrência na cidade.
Por outro lado, as atividades dos supermercados e lojas de variedades, os restaurantes e bares e as clínicas médicas demonstram grande potencial para novos investimentos locais. O segmento dos supermercados e lojas de variedades costuma apresentar uma taxa esperada de 445 trabalhadores para cada 10 mil habitantes, enquanto a cidade possui uma taxa de 0, resultando em uma diferença de -445. O mesmo ocorre para o setor dos restaurantes e bares, que apresenta uma diferença entre a taxa real e esperada de -344 trabalhadores para cada 10 mil habitantes.
Destaca-se que os segmentos das clínicas médicas, as lojas de roupas e calçados, as lojas de informática, as padarias, açougues e fruteiras, o comércio atacadista de alimentos e bebidas, o comércio de peças de veículos, os serviços de bufê e o comércio atacadista de roupas e cosméticos representam atividades que costumam ter movimentação de trabalhadores em cidades de tamanho similar, mas que não demonstraram vínculos formais de emprego na cidade.
Menor saturação relativa frente a cidades semelhantes.
Atividades já bem atendidas na cidade.
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De acordo com o Censo, o bairro mais populoso da cidade é Centro, com 2,9 mil habitantes, o que representa 42,4% da população da cidade, seguido do bairro Serra Velha, com 12,9%.
No município de Alagoinha do Piauí, a média municipal é de estabelecimentos comerciais é de 18,6 a cada 100 domicílios. Os bairros que possuem a maior número de comércios são Centro, com 59,6% do total da cidade, em seguida aparecem os bairros Serra Velha (14,8%) e Sao Joao (8,6%).
De acordo com o Censo, existem cerca de 67 edificações em construção no município, o que equivale a um índice de 1,8 construções para cada 100 domicílios. Os bairros com maior movimentação imobiliária são Centro, com um percentual de 55,2% do total de edificações em construção municipal , Serra Velha (31,3%) e Sao Joao (1,5%).
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Empresas em Alagoinha do Piauí
Até agosto de 2026 houve registro de 1 nova empresa em Alagoinha do Piauí, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 2 empresas.
Na região, somam-se 264 novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Picos, Paulistana, Oeiras, Pio IX e São João da Canabrava, que somaram um total de 216 novas empresas, o que representa 81,8% do total de empresas abertas na região no período.
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