Olinda — PE
Pernambuco · Região imediata de Recife
Olinda - PE é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo elevado potencial de consumo. O desempenho econômico e o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios são os pontos de atenção.
- População
- 364,7 mil
- PIB
- R$ 7 bi
- PIB per capita
- R$ 20,1 mil
- Empregos formais
- 86,9 mil
- Remuneração média
- R$ 2,3 mil
Panorama econômico
Olinda - PE é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo elevado potencial de consumo. O desempenho econômico e o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios são os pontos de atenção.
No ano, o município acumula mais admissões que demissões, com um saldo de 1037 funcionários. Além disso, houve incremento de 134 novas empresas na cidade durante o ano.
Tamanho e Localização
Considerado uma capital subregional de alta influência na região, o município de Olinda fica perto da cidade de Recife, Pernambuco. Dentro de sua área de influência, a cidade atrai maior parte dos visitantes pela cultura e lazer.
Olinda é o 4º município mais populoso da grande região de Recife, com 364,7 mil habitantes. O PIB da cidade é de cerca de R$ 7 bilhões de reais, sendo que 56,7% do valor adicionado advém dos serviços, na sequência aparecem as participações da administração pública (30,8%), da indústria (12,4%) e da agropecuária (0,1%).
Com esta estrutura, o PIB per capita de Olinda é de R$ 20,1 mil, valor inferior à média do estado (R$ 29,9 mil), da grande região de Recife (R$ 36,8 mil) e da pequena região de Recife (R$ 39,2 mil).
Demografia
A cidade tem uma estrutura etária envelhecida, formada por 18,3% de crianças (0 a 14 anos), 14,1% de adolescentes (15 a 24 anos), 21,2% de adultos jovens (25 a 39), 34,4% de adultos maduros (40 a 64) e de 12,1% de pessoas com mais de 65 anos de iade. Isto configura uma razão de dependência de 43,6%, o que indica 4,4 dependentes (crianças e idosos) para cada dez pessoas em idade ativa e que a cidade ainda está em uma situação de bônus demográfico. A razão de dependência pernambucana é de 45,3%.
O índice de envelhecimento de Olinda é de 66,1% (6,6 idosos para cada 10 crianças), valor maior que o do estado (48,6%), sinalizando que o município envelhece mais rápido do que a média pernambucana. Comparado aos demais municípios, o índice da cidade é o 11° maior do estado.
Já o nível de juventude é de 25,3%, há 2,5 jovens (15–24) para cada 10 adultos (25–64). Este valor fica abaixo da média estadual 28,9%), o que sugere uma menor reposição de pessoas ativas economicamente em curto e médio prazo. Já o índice de maturidade é de 1,62 adultos sêniores (40-64) para cada adulto jovem (25-39), este valor é maior que a média estadual, confirmando concentração em um público favorável a produtos de maior tíquete (finanças, seguros, reformas, saúde preventiva, turismo familiar e mercado imobiliário).
Geração de Empregos
O município possui 86,9 mil empregos com carteira assinada, faxineiro. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 2,3 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,2 mil.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 21,3 mil admissões formais e 20,3 mil desligamentos, resultando em um saldo positivo de 1037 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de 131.
Na grande região de Recife este é o 3º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 3º que mais cresce na pequena região de Recife.
Abertura de Empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 134 novas empresas em Olinda, sendo que 33 atuam pela internet. Neste último mês, 6 novas empresas se instalaram, sendo 2 com atuação pela internet. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (32). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 569 empresas.
Na região, somam-se 673 novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Olinda, Camaragibe, Paulista, Surubim e Carpina, que somaram um total de 351 novas empresas, o que representa 52,2% do total de empresas abertas na região no período.
Crescimento da População
Crescimento do PIB
Entre 2006 a 2021, o crescimento do PIB municipal apresentou o 6° melhor desempenho da região imediata. Nos últimos dez anos, o crescimento nominal do nível de atividade da cidade foi de 66,3% e a taxa apresentada dos últimos 5 anos foi de 9,8%.
Renda e Potencial de Consumo
A concentração de renda entre as classes econômicas em Olinda pode ser considerada alta e é relativamente superior à média estadual. As faixas de menor poder aquisitivo (E e D) participam com 74,3% do total de remunerações da cidade, enquanto que as classes mais altas representam 3,7%. Destaca-se que a composição de renda das classes mais baixas da cidade têm uma concentração 24,4 pontos percentuais maior que a média estadual, já as faixas de alta renda possuem participação 12,4 pontos abaixo da média.
Do total de trabalhadores, as três atividades que mais empregam são: fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros (19719), administração pública em geral (5784) e limpeza em prédios e em domicílios (5185). Entre os setores característicos da cidade, também se destacam as atividades de fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros e obras de acabamento da construção.
A renda média dos responsáveis pelos domicílios na cidade é de R$ 2.413, entre os bairros de maior poder aquisitivo, destacam-se: Casa Caiada, com média de R$ 7.628, seguido dos bairros Bairro Novo (R$ 3.151), Jardim Atlântico (R$ 3.151) e Carmo (R$ 3.141).
Índice de Empreendedorismo
O Ranking de Empreendedorismo da Caravela coloca o município de Olinda - PE entre as 3 melhores cidades do estado para se fazer negócios. Com um índice final de 74.3 pontos, a cidade tem mais força nos indicadores de Diversificação (99.5 pontos) e Geração de empregos (99.49). Por outro lado, ainda enfrenta desafios nos quesitos Crescimento (48.4 pontos) e Densidade (48.36), que obtiveram pontuação mais baixa.
Estrutura de saúde
Em 2022, Olinda registrou uma taxa de 97,7 leitos do SUS para cada cem mil habitantes. Este quantitativo de leitos aumentou nos últimos anos em um ritmo de 4,3 leitos a cada cem mil habitantes por ano. A taxa de atual é a 142° maior do estado. Já os leitos não pertencentes ao SUS formam a taxa de 88,9 (por 100 mil hab.) e apresentam um crescimento de 2,3 leitos por cem mil habitantes a cada ano. O município também possui uma taxa de leitos para atedimentos de UTI igual a 12,9 para cada cem mil habitantes em casos de SUS e de 38,9 para não-SUS.
A cidade conta com 1,06 enfermeiros para cada mil habitantes e 2,59 médicos por mil habitantes. A taxa de enfermeiros é menor que a usual e aumentou nos últimos dez anos, quando a taxa era de 0,46 por mil habitantes. Já a taxa de médicos é semelhante aos demais municípios e cresceu durante os últimos anos. Há dez anos, a taxa era de 1,17 para cada mil habitantes.
Cobertura vacinal
Entre os nove tipos de vacinações analisadas, a cobertura média vacinal do município é de 79%, o que representa uma taxa abaixo da média dos demais municípios brasileiros. A vacina de maior cobertura local é a BCG, com uma taxa de 97,8%, por outro lado, a Hepatite A apresenta maiores desafios, com uma cobertura de 68,1996287894411%.
Atenção básica e pré-natal
Em 2022, no município de Olinda, o percentual de nascimentos com pré-natal adequado foi de 53,5%, esta é o 182° melhor cenário no estado de Pernambuco. Também foram registrados casos de nascimentos com nenhum atendimento de pré-natal, isto ocorreu em 4,2% dos nascidos vivos no ano, o que pode ser considerada uma taxa elevada em relação aos demais municípios brasileiros e se posiciona como o pior cenário do estado.
A cobertura de atenção básica em Olinda alcançou a taxa de 41% no ano de 2022. No estado, 136 municípios alcançaram a cobertura total de atenção básica para sua população. A cobertura de atendimento dos agentes comunitários e da estratégia de saúde familiar foi de 54% e 39%, respectivamente. Além disso, estima-se que o percentual da população coberta por planos e seguros de assistência suplementar à saúde (privados) é de 26,7%.
Hospitalizações
A taxa de hospitalização do SUS em Olinda apontam para um nível de internações próxima à média nacional, com 7,86 mil hospitalizações para cada 100 mil habitantes. No período de 2011 a 2022, a evolução do número de hospitalizações mostrou um aumento de 60,6 internações (a cada 100 mil hab.) por ano.
Em relação às taxas de hospitalizações sensíveis à atenção primária, que se refere aos casos de doenças que poderiam ser evitados com ações de atenção primária, o município apresenta um nível de internações próxima à média, de 1,2 mil a cada cem mil habitantes. O crescimento desta categoria de hospitalizações ao longo da última década está acima dos demais municípios, com um aumento anual da taxa equivalente a 6,6 hospitalizações por cem mil hab. a cada ano.
Mortalidade
Com estes índices, o nível de mortalidade do município é o 65° maior do estado, com 866 ocorrências a cada cem mil habitantes. Nos últimos anos, a taxa de mortalidade cresceu em um ritmo de 14,2 óbitos a cada cem mil habitantes ao ano. Soma-se a estes valores o total de 140 mortes (a cada 100 mil habitantes) por causas evitáveis, a 47° maior taxa do estado, que tem apresentado uma redução de -3,3 ocorrências para cada 100 mil hab. ao longo de cada ano.
Nascimentos
Entre 2015 a 2020, Olinda registrou 33,03 mil nascimentos, cerca de 5,51 mil novos bebês por ano. Ao longo dos anos, a tendência de crescimento de novos registros foi negativa e esta taxa de natalidade está bem abaixo da média dos demais municípios do Brasil. No período, houve mais nascimentos de meninos, 51 a cada 100 bebês.
Segurança pública
Durante o ano de 2022, foram registradas 126 vítimas de homicídio doloso no município. Esta quantidade foi maior que o
Considerando o tamanho populacional, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes em Olinda é de 36, um valor considerado acima da média. Com base neste indicador, o município é o 13° mais seguro da pequena região de Recife.
Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Olinda apresenta uma pontuação geral de 44,1 pontos em 100, classificando-se em 3520 entre os 5.570 municípios brasileiros, o que indica um nível de desenvolvimento sustentável considerado baixo. Ao todo, o município possui 8 áreas com nível muito baixo, 4 estão em nível baixo, uma é considerada média, 3 áreas estão com nível alto e no patamar muito alto são 1 áreas.
A avaliação dos ODS revela que os principais pontos críticos da cidade são: ODS9 Indústria, inovação e infraestrutura, ODS17 Parcerias para a implementação dos objetivos, ODS15 Protefer a vida terrestre, ODS11 Cidades e comunidades sustentáveis.
Por outro lado, os índices de maior desenvolvimento da cidade encontram-se nos objetivos: ODS7 Energias renováveis e acessíveis, ODS6 Água potável e saneamento, ODS13 Ação climática, ODS1 Erradicar a pobreza.
Mercado de trabalho
O município possui 86,9 mil empregos com carteira assinada, faxineiro. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 2,3 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,2 mil.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 21,3 mil admissões formais e 20,3 mil desligamentos, resultando em um saldo positivo de 1037 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de 131.
Na grande região de Recife este é o 3º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 3º que mais cresce na pequena região de Recife.
Pelas nossas projeções, o período acumulado até julho de 2027 deve apresentar 39375 novas contratações e cerca de 38939 desligamentos, o que deve resultar em um saldo de 436 novos postos de trabalho na cidade. Apesar da projeção positiva, o histórico da movimentação de empregos na cidade dos últimos anos mostra um desempenho muito abaixo da média, em um cenário de retração do emprego nos últimos meses.
Entre as 19 atividades econômicas que tiveram movimentações de admissões ou desligamentos no último ano, 6 apresentaram saldo de empregos negativo, destacando-se os segmentos de Lavouras permanentes, Padarias, açougues e fruteiras, Lojas de livros, cds e artigos esportivos (com saldos de -5, -1, -1 empregos, respectivamente). Por outro lado, 13 setores tiveram mais admissões que desligamentos, resultando em saldos positivos, como é o caso das atividades de Associações de defesa de direitos sociais, Construção de edifícios, Lojas de roupas e calçados (com saldos de 24, 17, 3 empregos).
Abertura de empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 134 novas empresas em Olinda, sendo que 33 atuam pela internet. Neste último mês, 6 novas empresas se instalaram, sendo 2 com atuação pela internet. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (32). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 569 empresas.
Na região, somam-se 673 novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Olinda, Camaragibe, Paulista, Surubim e Carpina, que somaram um total de 351 novas empresas, o que representa 52,2% do total de empresas abertas na região no período.
Microempreendedores (MEI)
Até o dia 6 de dezembro de 2025, o município possuía um total de 31,63 mil microempreendedores individuais. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 86,7 MEIs para cada mil habitantes, este indicador está bem acima da média dos demais municípios e é a 2° maior taxa de todo o estado.
Durante o ano de 2023, o crescimento de MEIs tem sido acima da média brasileira, com um aumento de 6,6%, este desempenho é o 77° melhor do estado. No último mês, houve acréscimo de 191 registros do total de microempreendedores individuais.
Frota de veículos
O município de Olinda possui uma frota total de 155,6 mil veículos, sendo 92,6 mil (60%) carros, 51,6 mil (33%) motos e 3,5 mil (2%) caminhões. A cidade tem a 36º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui poucos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos carros tem a maior representatividade no município, com o 4° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 2,2% da frota total do município. Este desempenho esteve muito abaixo da média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 175° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 5,9% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 115° melhor desempenho estadual.
Movimentação bancária
No acumulado do ano de 2026, até o mês de março, as estatísticas bancárias municipais de Olinda apresentam um movimento de crescimento dos seus valores de poupança, na ordem de 21,5%. No mesmo período, as operações de crédito tiveram alta de 32,6% e os financiamentos imobiliários também apresentaram crescimento, com aumento de 9,1%.
Considerando a evolução dos demais municípios, o movimento de ascendência da poupança está acima da média, o que pode indicar um aumento do poder de compra dos moradores. Nas operações de crédito, o ritmo é considerado alto, sinalizando uma possível alta dos investimentos. Por fim, a evolução dos financiamentos imobiliários apresenta um mercado em estabilidade.
Transações via PIX
No acumulado do mês de agosto de 2026, o valor pago por pessoas físicas em transações financeiras via PIX somou um total de R$ 2 bilhões de reais. Já o total recebido por conta jurídicas no mês foi de R$ 1,1 bilhão de reais.
O valor das transações de agosto representa uma queda de -0,9% frente ao mês anterior. Nos últimos 12 meses, a variação do valor pago em transações pix foi de 12,5%, comparando com os demais municípios, este é o 17° melhor desempenho da pequena região de Recife. Seguindo este ritmo, as nossas projeções indicam que o mês de setembro deve apresentar uma redução de -1,2% no valor total de pagamentos PIX.
A quantidade média de transações PIX realizadas no município é de 44,2 por habitante no mês, este índice de adesão é considerado alto, o que indica uma atividade econômica elevada. O ticket médio das transações realizadas é considerado muito baixo, demonstrando um pequeno poder de compra da população.
A partir das movimentações dos valores de PIX, é possível constatar que o município possui uma sazonalidade muito abaixo da média dos demais municípios. Dezembro é o mês de maior movimentação, com um nível de transação financeira 15,9% superior aos demais meses. Por outro lado, fevereiro é o mês de menor atividade financeira.
Cadastro Único e pobreza
Em junho de 2026, os registros de cadastro único do município somam 81,4 mil famílias e 113,2 mil pessoas em situação de pobreza, o que representa 31% do total de habitantes, já na condição de extrema pobreza são 45,2 mil pessoas (12,4% da população).
A participação do número de pessoas em extrema pobreza é considerada baixa, sendo a cidade com a 12° cidade com maior percentual dentro da pequena região de Recife.
No último ano, o total de famílias registradas no Cadastro Único caiu -9,1%, enquanto que o total de famílias em extrema pobreza reduziu -15,9%, uma variação bem acima da média nacional.
Imposto de Renda
Em 2023, o número de declarantes do imposto de renda em cidade foi de 59,8 mil pessoas. O total de declarantes reduziu em -1% desde o último ano, o que representa um desempenho bem abaixo da média.
Considerando o tamanho populacional, o número de declarantes representa 16,4% do total de habitantes, este percentual é considerado próximo à média quando comparado com a média dos demais municípios.
A soma dos gastos com despesas médicas declaradas no imposto de renda foi de R$ 355,3 milhões de reais, o que representa uma média de R$ 5,9 mil por declarante. Os gastos com instrução somam 115,2 milhões de reais e representam um total de R$ 1,9 mil por declarante.
Turismo
De acordo com o Ministério do Turismo, Olinda pertence ao Polo História E Mar. Este polo turístico envolve 30 cidades, as quais atraem um total de 5 milhões de turistas por ano (4,8% internacionais). Entre as 13 regiões turísticos do estado, o Polo História E Mar é o que mais atrai turistas. No cenário nacional, este é o 5° maior destino turístico nacional.
A cidade de Olinda foi classificada pelo Ministério do Turismo como uma município do cluster B, que representa as cidades com o segundo maior nível de potencial turístico do país. No ano de 2019, a agência nacional do turismo encontrou 350 empregos no setor, além de 25 empresas. As atrações turísticas da cidade ano ano foram capazes de atrair 173,5 mil turistas nacionais, o que representa 3,7% do total de turistas do polo turístico. Já o número de turistas internacionais foi de 10,5 mil.
Perfil da frota
O município de Olinda possui uma frota total de 155,6 mil veículos, sendo 92,6 mil (60%) carros, 51,6 mil (33%) motos e 3,5 mil (2%) caminhões. A cidade tem a 36º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui poucos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos carros tem a maior representatividade no município, com o 4° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 2,2% da frota total do município. Este desempenho esteve muito abaixo da média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 175° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 5,9% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 115° melhor desempenho estadual.
Comércio exterior
Durante o ano de 2024, o município de Olinda - PE registrou um valor exportado de USD 1,2 milhão. Nos últimos anos, houve movimentação de empresas locais exportando produtos para fora do país desde 1997 até o ano de 2024, com uma taxa média de crescimento de 111,7% ao ano.
Em 2024, as importações realizadas pelo município de somaram USD 47,3 milhões. A presença de operações de compra internacional por parte de empresas locais foi registrada ao longo do período de 1997 a 2024. Nesse intervalo, o município apresentou uma taxa média de crescimento anual das importações de 103,3%.
No último ano, as exportações do município estiveram concentradas na venda de Instrumentos, Óleos de petróleo ou de minerais betuminosos, Partes e acessórios dos veículos das posições 8711 a 8713, Máquinas automáticas para processamento de dados e suas unidades, leitores magnéticos ou ópticos, Instrumentos musicais de percussão (por exemplo e outros. Estes produtos representaram 100% das exportações municipais.
As importações de 2024 do município estiveram concentradas na aquisição de Trigo e mistura de trigo com centeio, Motocicletas (incluídos os ciclomotores) e outros ciclos equipados com motor auxiliar, Medicamentos (exceto os produtos das posições 3002, Fios, Aparelhos elétricos para telefonia ou telegrafia por fios entre outros. Estes produtos representaram 93,5% do total importado pelo município.
Os principais destinos das exportações do município incluíram países como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Japão, Panamá, que absorveram maior parte dos produtos enviados para o exterior. Estes mercados representaram 78% das exportações municipais.
As importações registradas em 2024 tiveram como principais origens países como Argentina, China, Uruguai, Rússia, Estados Unidos, responsáveis pelo fornecimento de grande parte dos produtos adquiridos no exterior. Estas fontes de produtos representaram 98% das importações municipais.
Oportunidades de negócio
A participação do comércio, somado aos serviços de alojamento e alimentação, representa 0% do total de trabalhadores e está concentrada nas lojas de roupas e calçados e nas padarias, açougues e fruteiras, que empregam 52 trabalhadores.
Ao todo, existem 65 modalidades diferentes de comércio na cidade. Com isso, a diversidade do comércio de Olinda é considerada alta, assim como a dos serviços, que também contempla empresas de vários setores na cidade, tornando a concorrência mais acirrada de um modo geral.
Comparando o desempenho da cidade com a média dos municípios com tamanho populacional similar, tanto o comércio quanto os serviços apresentam grau de desenvolvimento semelhante aos demais municípios.
Ainda em comparação com municípios de tamanho similar, não foram encontrados setores de alta concorrência na cidade.
Por outro lado, as atividades dos supermercados e lojas de variedades, as clínicas médicas e os restaurantes e bares demonstram grande potencial para novos investimentos locais. O segmento dos supermercados e lojas de variedades costuma apresentar uma taxa esperada de 45 trabalhadores para cada 10 mil habitantes, enquanto a cidade possui uma taxa de 0, resultando em uma diferença de -45. O mesmo ocorre para o setor das clínicas médicas, que apresenta uma diferença entre a taxa real e esperada de -39 trabalhadores para cada 10 mil habitantes.
Destaca-se que os segmentos do comércio atacadista de alimentos e bebidas, o comércio atacadista de roupas e cosméticos, o comércio de peças de veículos, o comércio atacadista de químicos, papel e sucatas, o comércio atacadista de mercadorias em geral, o comércio de veículos, o comércio atacadista de máquinas e o comércio atacadista de madeira e material de construção representam atividades que costumam ter movimentação de trabalhadores em cidades de tamanho similar, mas que não demonstraram vínculos formais de emprego na cidade.
Menor saturação relativa frente a cidades semelhantes.
Atividades já bem atendidas na cidade.
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De acordo com o Censo, o bairro mais populoso da cidade é Jardim Atlântico, com 36,2 mil habitantes, o que representa 10,4% da população da cidade, seguido do bairro Rio Doce, com 10,1%.
No município de Olinda, a média municipal é de estabelecimentos comerciais é de 11 a cada 100 domicílios. Os bairros que possuem a maior número de comércios são Peixinhos, com 13,6% do total da cidade, em seguida aparecem os bairros Rio Doce (12,3%) e Jardim Atlântico (7,8%).
De acordo com o Censo, existem cerca de 3,1 mil edificações em construção no município, o que equivale a um índice de 2,1 construções para cada 100 domicílios. Os bairros com maior movimentação imobiliária são Peixinhos, com um percentual de 9,4% do total de edificações em construção municipal , Rio Doce (7,2%) e Jardim Atlântico (8,6%).
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Empresas em Olinda
Até agosto de 2026 houve registro de 134 novas empresas em Olinda, sendo que 33 atuam pela internet. Neste último mês, 6 novas empresas se instalaram, sendo 2 com atuação pela internet. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (32). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 569 empresas.
Na região, somam-se 673 novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Olinda, Camaragibe, Paulista, Surubim e Carpina, que somaram um total de 351 novas empresas, o que representa 52,2% do total de empresas abertas na região no período.
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Fontes e metodologia
Os dados desta página são elaborados pela Caravela a partir de fontes públicas oficiais — IBGE (população, PIB, Censo), CAGED e RAIS (trabalho e renda), Receita Federal / Redesim (empresas e MEI), DATASUS (saúde), Banco Central (crédito, poupança, PIX), Denatran (frota) e Comex Stat (comércio exterior). Veja o método em Metodologia e mais dados em Dados gratuitos.