Ingá — PB
Paraíba · Região imediata de Campina Grande
Ingá - PB é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios e pela alta regularidade das vendas no ano. O baixo potencial de consumo e o desempenho econômico são fatores de atenção.
- População
- 18,2 mil
- PIB
- R$ 270,2 mi
- PIB per capita
- R$ 15,3 mil
- Empregos formais
- 4,5 mil
- Remuneração média
- R$ 1,5 mil
Panorama econômico
Ingá - PB é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios e pela alta regularidade das vendas no ano. O baixo potencial de consumo e o desempenho econômico são fatores de atenção.
No ano, o município acumula mais admissões que demissões, com um saldo de 6 funcionários. Além disso, houve incremento de 4 novas empresas na cidade durante o ano.
Tamanho e Localização
Considerado um centro local de baixa influência nos municípios vizinhos, o município de Ingá fica perto da cidade de Campina Grande, Paraíba. Dentro de sua área de influência, a cidade atrai maior parte dos visitantes para logística de transportes.
Ingá é o 10º município mais populoso da pequena região de Campina Grande, com 18,2 mil habitantes. O PIB da cidade é de cerca de R$ 270,2 milhões de reais, sendo que 56,7% do valor adicionado advém da administração pública, na sequência aparecem as participações dos serviços (30,8%), da indústria (8,6%) e da agropecuária (3,9%).
Com esta estrutura, o PIB per capita de Ingá é de R$ 15,3 mil, valor inferior à média do estado (R$ 24,4 mil), da grande região de Campina Grande (R$ 21,8 mil) e da pequena região de Campina Grande (R$ 22,9 mil).
Demografia
A cidade tem uma estrutura etária envelhecida, formada por 21,1% de crianças (0 a 14 anos), 15,1% de adolescentes (15 a 24 anos), 21,4% de adultos jovens (25 a 39), 29,6% de adultos maduros (40 a 64) e de 12,9% de pessoas com mais de 65 anos de iade. Isto configura uma razão de dependência de 51,4%, o que indica 5,1 dependentes (crianças e idosos) para cada dez pessoas em idade ativa e que a cidade já teve a sua fase de bônus demográfico, encaminhando-se para uma estrutura mais sênior. A razão de dependência paraibana é de 46,8%.
O índice de envelhecimento de Ingá é de 60,9% (6,1 idosos para cada 10 crianças), valor maior que o do estado (52,9%), sinalizando que o município envelhece mais rápido do que a média paraibana. Comparado aos demais municípios, o índice da cidade é o 82° maior do estado.
Já o nível de juventude é de 29,5%, há 3 jovens (15–24) para cada 10 adultos (25–64). Este valor fica acima da média estadual 28,3%), o que sugere uma forte inserção de pessoas ativas economicamente em curto e médio prazo. Já o índice de maturidade é de 1,38 adultos sêniores (40-64) para cada adulto jovem (25-39), este valor é maior que a média estadual, confirmando concentração em um público favorável a produtos de maior tíquete (finanças, seguros, reformas, saúde preventiva, turismo familiar e mercado imobiliário).
Geração de Empregos
O município possui 4,5 mil empregos com carteira assinada, assistente administrativo. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 1,5 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3 mil.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 194 admissões formais e 188 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 6 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 48.
Na pequena região de Campina Grande este é o 21º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 26º que mais cresce na pequena região de Campina Grande.
Abertura de Empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 4 novas empresas em Ingá, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 21 empresas.
Na região, somam-se 314 novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Monteiro, Queimadas, Cuité, Picuí e Esperança, que somaram um total de 121 novas empresas, o que representa 38,5% do total de empresas abertas na região no período.
Crescimento da População
Crescimento do PIB
Entre 2006 a 2021, o crescimento do PIB municipal apresentou o 12° melhor desempenho da região imediata. Nos últimos dez anos, o crescimento nominal do nível de atividade da cidade foi de 118,1% e a taxa apresentada dos últimos 5 anos foi de 28,1%.
Renda e Potencial de Consumo
A concentração de renda entre as classes econômicas em Ingá pode ser considerada alta e é relativamente superior à média estadual. As faixas de menor poder aquisitivo (E e D) participam com 78,1% do total de remunerações da cidade, enquanto que as classes mais altas representam 0,5%. Destaca-se que a composição de renda das classes mais baixas da cidade têm uma concentração 26,5 pontos percentuais maior que a média estadual, já as faixas de alta renda possuem participação 14,9 pontos abaixo da média.
Do total de trabalhadores, as três atividades que mais empregam são: administração pública em geral (3428), fabricação de esquadrias de metal (522) e fabricação de conservas de frutas (77). Entre os setores característicos da cidade, também se destacam as atividades de fabricação de esquadrias de metal e administração pública em geral.
A renda média dos responsáveis pelos domicílios na cidade é de R$ 1.306, entre os bairros de maior poder aquisitivo, destacam-se: Centro, com média de R$ 2.319, seguido dos bairros Bela Vista (R$ 1.405), Cazuzinha (R$ 1.405) e Jardim Farias (R$ 1.390).
Índice de Empreendedorismo
O Ranking de Empreendedorismo da Caravela coloca o município de Ingá - PB entre as 50 melhores cidades do estado para se fazer negócios. Com um índice final de 31.9 pontos, a cidade tem mais força nos indicadores de Sobrevivência (40.3 pontos) e Geração de empregos (40.28). Por outro lado, ainda enfrenta desafios nos quesitos Crescimento (18.4 pontos) e Densidade (18.38), que obtiveram pontuação mais baixa.
Estrutura de saúde
Os dados de 2022 não registram leitos disponíveis em Ingá. O município não possui registros de leitos de atendimentos de UTI.
A cidade conta com 2,43 enfermeiros para cada mil habitantes e 1,41 médicos por mil habitantes. A taxa de enfermeiros é maior que a usual e aumentou nos últimos dez anos, quando a taxa era de 0,67 por mil habitantes. Já a taxa de médicos é inferior à média e cresceu durante os últimos anos. Há dez anos, a taxa era de 0,56 para cada mil habitantes.
Cobertura vacinal
Entre os nove tipos de vacinações analisadas, a cobertura média vacinal do município é de 99,8%, o que representa uma taxa acima da média dos demais municípios brasileiros. A vacina de maior cobertura local é a BCG, com uma taxa de 100%, por outro lado, a Rotavírus Humano apresenta maiores desafios, com uma cobertura de 97,8632478632479%.
Atenção básica e pré-natal
Em 2022, no município de Ingá, o percentual de nascimentos com pré-natal adequado foi de 86,3%, esta é o 36° melhor cenário no estado de Paraíba. Também foram registrados casos de nascimentos com nenhum atendimento de pré-natal, isto ocorreu em 1,3% dos nascidos vivos no ano, o que pode ser considerada uma taxa comum em relação aos demais municípios brasileiros e se posiciona como o 76° pior cenário do estado.
A cobertura de atenção básica em Ingá alcançou a taxa de 100% no ano de 2022. No estado, 218 municípios alcançaram a cobertura total de atenção básica para sua população. A cobertura de atendimento dos agentes comunitários e da estratégia de saúde familiar foi de 100% para ambas as taxas. Além disso, estima-se que o percentual da população coberta por planos e seguros de assistência suplementar à saúde (privados) é de 1,9%.
Hospitalizações
A taxa de hospitalização do SUS em Ingá apontam para um nível de internações bem abaixo da média nacional, com 4,48 mil hospitalizações para cada 100 mil habitantes. Além do baixo nível de internações, a evoluação desta taxa na última década apresenta resultados positivos, com uma queda muito abaixo dos demais municípios. No período de 2011 a 2022, a evolução do número de hospitalizações mostrou uma queda de -674,3 internações (a cada 100 mil hab.) por ano.
Em relação às taxas de hospitalizações sensíveis à atenção primária, que se refere aos casos de doenças que poderiam ser evitados com ações de atenção primária, o município apresenta um nível de internações bem abaixo da média, de 328 a cada cem mil habitantes. O crescimento desta categoria de hospitalizações ao longo da última década está muito abaixo dos demais municípios, com um aumento anual da taxa equivalente a -473,1 hospitalizações por cem mil hab. a cada ano.
Mortalidade
Com estes índices, o nível de mortalidade do município é o 94° maior do estado, com 870 ocorrências a cada cem mil habitantes. Nos últimos anos, a taxa de mortalidade cresceu em um ritmo de 17,7 óbitos a cada cem mil habitantes ao ano. Soma-se a estes valores o total de 170 mortes (a cada 100 mil habitantes) por causas evitáveis, a 37° maior taxa do estado, que tem apresentado um crescimento de 5,6 ocorrências para cada 100 mil hab. ao longo de cada ano.
Nascimentos
Entre 2015 a 2020, Ingá registrou 1,53 mil nascimentos, cerca de 255 novos bebês por ano. Ao longo dos anos, a tendência de crescimento de novos registros foi negativa e esta taxa de natalidade está abaixo da média dos demais municípios do Brasil. No período, houve mais nascimentos de meninos, 51,1 a cada 100 bebês.
Segurança pública
Durante o ano de 2022, foram registradas 1 vítimas de homicídio doloso no município. Esta quantidade foi igual ao desempenho de 2021, quando houve 1 vítimas na cidade. Em 2018, o número de casos de homicídio era de 0, representando uma piora na
Considerando o tamanho populacional, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes em Ingá é de 5,7, um valor considerado abaixo da média. Com base neste indicador, o município é o 32° mais seguro da pequena região de Campina Grande.
Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Ingá apresenta uma pontuação geral de 42,2 pontos em 100, classificando-se em 4049 entre os 5.570 municípios brasileiros, o que indica um nível de desenvolvimento sustentável considerado baixo. Ao todo, o município possui 7 áreas com nível muito baixo, 2 estão em nível baixo, uma é considerada média, 5 áreas estão com nível alto e no patamar muito alto são 1 áreas.
A avaliação dos ODS revela que os principais pontos críticos da cidade são: ODS9 Indústria, inovação e infraestrutura, ODS17 Parcerias para a implementação dos objetivos, ODS15 Protefer a vida terrestre, ODS8 Trabalho digno e crescimento econômico.
Por outro lado, os índices de maior desenvolvimento da cidade encontram-se nos objetivos: ODS13 Ação climática, ODS7 Energias renováveis e acessíveis, ODS11 Cidades e comunidades sustentáveis, ODS3 Saúde de qualidade.
Mercado de trabalho
O município possui 4,5 mil empregos com carteira assinada, assistente administrativo. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 1,5 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3 mil.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 194 admissões formais e 188 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 6 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 48.
Na pequena região de Campina Grande este é o 21º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 26º que mais cresce na pequena região de Campina Grande.
Pelas nossas projeções, o período acumulado até julho de 2027 deve apresentar 379 novas contratações e cerca de 358 desligamentos, o que deve resultar em um saldo de 21 novos postos de trabalho na cidade. Somado a esta projeção positiva, o histórico da movimentação de empregos na cidade dos últimos anos mostra um desempenho acima da média, em um panorama positivo de novas contratações nos últimos meses.
Entre as 60 atividades econômicas que tiveram movimentações de admissões ou desligamentos no último ano, 18 apresentaram saldo de empregos negativo, destacando-se os segmentos de Produtos alimentícios, Fibras têxteis, Comércio de peças de veículos (com saldos de -49, -30, -15 empregos, respectivamente). Por outro lado, 42 setores tiveram mais admissões que desligamentos, resultando em saldos positivos, como é o caso das atividades de Comércio atacadista de mercadorias em geral, Construção de edifícios, Atividades esportivas (com saldos de 92, 77, 50 empregos).
Abertura de empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 4 novas empresas em Ingá, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 21 empresas.
Na região, somam-se 314 novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Monteiro, Queimadas, Cuité, Picuí e Esperança, que somaram um total de 121 novas empresas, o que representa 38,5% do total de empresas abertas na região no período.
Microempreendedores (MEI)
Até o dia 6 de dezembro de 2025, o município possuía um total de 677 microempreendedores individuais. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 37,1 MEIs para cada mil habitantes, este indicador está bem abaixo da média dos demais municípios e é a 14° maior taxa da região imediata.
Durante o ano de 2023, o crescimento de MEIs tem sido bem abaixo da média brasileira, com um aumento de 3,2%, este desempenho é o 121° melhor do estado. No último mês, houve decréscimo de -1 registros do total de microempreendedores individuais.
Frota de veículos
O município de Ingá possui uma frota total de 6,9 mil veículos, sendo 2,2 mil (32%) carros, 3,8 mil (55%) motos e 148 (2%) caminhões. A cidade tem a 30º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui poucos veículos na cidade. Destaca-se que a participação das motos possui a maior representatividade no município, com o 39° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 5,8% da frota total do município. Este desempenho esteve próximo à média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 167° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 5,8% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 154° melhor desempenho estadual.
Transações via PIX
No acumulado do mês de agosto de 2026, o valor pago por pessoas físicas em transações financeiras via PIX somou um total de R$ 61,7 milhões de reais. Já o total recebido por conta jurídicas no mês foi de R$ 15,3 milhões de reais.
O valor das transações de agosto representa uma queda de -3,1% frente ao mês anterior. Nos últimos 12 meses, a variação do valor pago em transações pix foi de 12,4%, comparando com os demais municípios, este é o 33° melhor desempenho da pequena região de Campina Grande. Seguindo este ritmo, as nossas projeções indicam que o mês de setembro deve apresentar uma redução de -3,1% no valor total de pagamentos PIX.
A quantidade média de transações PIX realizadas no município é de 27,7 por habitante no mês, este índice de adesão é considerado alto, o que indica uma atividade econômica elevada. O ticket médio das transações realizadas é considerado muito baixo, demonstrando um pequeno poder de compra da população.
A partir das movimentações dos valores de PIX, é possível constatar que o município possui uma sazonalidade muito abaixo da média dos demais municípios. Dezembro é o mês de maior movimentação, com um nível de transação financeira 15,4% superior aos demais meses. Por outro lado, fevereiro é o mês de menor atividade financeira.
Cadastro Único e pobreza
Em junho de 2026, os registros de cadastro único do município somam 6,4 mil famílias e 9,6 mil pessoas em situação de pobreza, o que representa 52,9% do total de habitantes, já na condição de extrema pobreza são 2,1 mil pessoas (11,7% da população).
A participação do número de pessoas em extrema pobreza é considerada baixa, sendo a cidade com a 45° cidade com maior percentual dentro da pequena região de Campina Grande.
No último ano, o total de famílias registradas no Cadastro Único cresceu 6,5%, enquanto que o total de famílias em extrema pobreza aumentou 2,7%, uma variação acima da média nacional.
Imposto de Renda
Em 2023, o número de declarantes do imposto de renda em cidade foi de 1,1 mil pessoas. O total de declarantes aumentou em 2,1% desde o último ano, o que representa um desempenho próximo à média.
Considerando o tamanho populacional, o número de declarantes representa 5,8% do total de habitantes, este percentual é considerado bem abaixo da média quando comparado com a média dos demais municípios.
A soma dos gastos com despesas médicas declaradas no imposto de renda foi de R$ 1,8 milhão de reais, o que representa uma média de R$ 1,7 mil por declarante. Os gastos com instrução somam 855,9 mil reais e representam um total de R$ 0,8 mil por declarante.
Turismo
De acordo com o Ministério do Turismo, Ingá pertence ao Polo Vale Do Paraíba. Este polo turístico envolve 11 cidades, as quais atraem um total de 65,3 mil turistas por ano (0,3% internacionais). Entre as 11 regiões turísticos do estado, o Polo Vale Do Paraíba é o que 5° que mais atrai turistas. No cenário nacional, este é o 248° maior destino turístico nacional.
A cidade de Ingá foi classificada pelo Ministério do Turismo como uma município do cluster D, que representa as cidades com baixo potencial turístico do país. No ano de 2019, a agência nacional do turismo encontrou 0 empregos no setor, além de 0 empresas. As atrações turísticas da cidade ano ano foram capazes de atrair 18,3 mil turistas nacionais, o que representa 28,1% do total de turistas do polo turístico.
Perfil da frota
O município de Ingá possui uma frota total de 6,9 mil veículos, sendo 2,2 mil (32%) carros, 3,8 mil (55%) motos e 148 (2%) caminhões. A cidade tem a 30º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui poucos veículos na cidade. Destaca-se que a participação das motos possui a maior representatividade no município, com o 39° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 5,8% da frota total do município. Este desempenho esteve próximo à média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 167° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento das motos, que apresentaram um aumento de 5,8% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 154° melhor desempenho estadual.
Comércio exterior
Durante o ano de 2024, o município de Ingá - PB não registrou valores de exportação significativos. Nos últimos anos, também não houve quaisquer movimentações de empresas locais exportando produtos para fora do país
Em 2024, as importações realizadas pelo município de somaram USD 29,2 mil. A presença de operações de compra internacional por parte de empresas locais foi registrada ao longo do período de 2012 a 2024. Nesse intervalo, o município apresentou uma taxa média de crescimento anual das importações de 76,3%.
As importações de 2024 do município se concentraram exclusivamente na aquisição de Máquinas e aparelhos.
O município teve como principal origem das importações o país de China.
Oportunidades de negócio
A participação do comércio, somado aos serviços de alojamento e alimentação, representa 18% do total de trabalhadores e está concentrada nos supermercados e lojas de variedades e nas farmácias, óticas e perfumarias, que empregam 309 trabalhadores.
Ao todo, existem 19 modalidades diferentes de comércio na cidade. Com isso, a diversidade do comércio de Ingá é considerada média, assim como a dos serviços, que também contempla empresas de alguns setores na cidade, existindo espaço para novos negócios.
Comparando o desempenho da cidade com a média dos municípios com tamanho populacional similar, tanto o comércio quanto os serviços apresentam menor grau de desenvolvimento comercial.
Ainda em comparação com municípios de tamanho similar, o comércio de motos se destaca com operações de maior volume de trabalhadores per capita que os demais municípios, o que indica alta concorrência nestes setores. No caso do comércio de motos são 22 funcionários para cada 10 mil habitantes na cidade, enquanto a média em outros municípios é de 21, resultando em uma diferença de 1 trabalhadores entre a taxa real e a taxa esperada.
Por outro lado, as atividades das clínicas médicas, os supermercados e lojas de variedades e os restaurantes e bares demonstram grande potencial para novos investimentos locais. O segmento das clínicas médicas costuma apresentar uma taxa esperada de 142 trabalhadores para cada 10 mil habitantes, enquanto a cidade possui uma taxa de 22, resultando em uma diferença de -120. O mesmo ocorre para o setor dos supermercados e lojas de variedades, que apresenta uma diferença entre a taxa real e esperada de -93 trabalhadores para cada 10 mil habitantes.
Destaca-se que os segmentos do comércio atacadista de químicos, papel e sucatas, o comércio atacadista de mercadorias em geral, o comércio atacadista de máquinas, o comércio atacadista de madeira e material de construção, o comércio atacadista de grãos e insumos agrícolas, os representantes comerciais, as veterinárias e o comércio atacadista de eletrônicos e informática representam atividades que costumam ter movimentação de trabalhadores em cidades de tamanho similar, mas que não demonstraram vínculos formais de emprego na cidade.
Menor saturação relativa frente a cidades semelhantes.
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De acordo com o Censo, o bairro mais populoso da cidade é Cazuzinha, com 2,7 mil habitantes, o que representa 15,1% da população da cidade, seguido do bairro Bela Vista, com 13,8%.
No município de Ingá, a média municipal é de estabelecimentos comerciais é de 15,7 a cada 100 domicílios. Os bairros que possuem a maior número de comércios são Centro, com 38,2% do total da cidade, em seguida aparecem os bairros Cazuzinha (19,8%) e Bela Vista (13,6%).
De acordo com o Censo, existem cerca de 362 edificações em construção no município, o que equivale a um índice de 7,4 construções para cada 100 domicílios. Os bairros com maior movimentação imobiliária são Centro, com um percentual de 11,6% do total de edificações em construção municipal , Cazuzinha (47,2%) e Bela Vista (16,6%).
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Empresas em Ingá
Até agosto de 2026 houve registro de 4 novas empresas em Ingá, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 21 empresas.
Na região, somam-se 314 novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Monteiro, Queimadas, Cuité, Picuí e Esperança, que somaram um total de 121 novas empresas, o que representa 38,5% do total de empresas abertas na região no período.
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Fontes e metodologia
Os dados desta página são elaborados pela Caravela a partir de fontes públicas oficiais — IBGE (população, PIB, Censo), CAGED e RAIS (trabalho e renda), Receita Federal / Redesim (empresas e MEI), DATASUS (saúde), Banco Central (crédito, poupança, PIX), Denatran (frota) e Comex Stat (comércio exterior). Veja o método em Metodologia e mais dados em Dados gratuitos.