Maria da Fé — MG
Minas Gerais · Região imediata de Itajubá
Maria da Fé - MG é uma pequena cidade que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano. O baixo potencial de consumo e o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios são fatores de atenção.
- População
- 14,6 mil
- PIB
- R$ 273,4 mi
- PIB per capita
- R$ 19,2 mil
- Empregos formais
- 1,4 mil
- Remuneração média
- R$ 2,6 mil
Panorama econômico
Maria da Fé - MG é uma pequena cidade que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano. O baixo potencial de consumo e o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios são fatores de atenção.
No ano, o município acumula mais admissões que demissões, com um saldo de 28 funcionários. Além disso, houve incremento de 10 novas empresas na cidade durante o ano.
Tamanho e Localização
Considerado um centro local de baixa influência nos municípios vizinhos, o município de Maria da Fé fica perto da cidade de Itajubá, Minas Gerais. Dentro de sua área de influência, a cidade atrai maior parte dos visitantes para logística de transportes.
Maria da Fé é o 3º município mais populoso da pequena região de Itajubá, com 14,6 mil habitantes. O PIB da cidade é de cerca de R$ 273,4 milhões de reais, sendo que 44,9% do valor adicionado advém dos serviços, na sequência aparecem as participações da administração pública (36,9%), da agropecuária (10,4%) e da indústria (7,7%).
Com esta estrutura, o PIB per capita de Maria da Fé é de R$ 19,2 mil, valor inferior à média do estado (R$ 47,3 mil), da grande região de Pouso Alegre (R$ 62 mil) e da pequena região de Itajubá (R$ 35,3 mil).
Demografia
A cidade tem uma estrutura etária jovem, formada por 18,9% de crianças (0 a 14 anos), 13,5% de adolescentes (15 a 24 anos), 21,3% de adultos jovens (25 a 39), 33,5% de adultos maduros (40 a 64) e de 12,7% de pessoas com mais de 65 anos de iade. Isto configura uma razão de dependência de 46,3%, o que indica 4,6 dependentes (crianças e idosos) para cada dez pessoas em idade ativa e que a cidade ainda está em uma situação de bônus demográfico. A razão de dependência mineira é de 43,8%.
O índice de envelhecimento de Maria da Fé é de 67,3% (6,7 idosos para cada 10 crianças), valor menor que o do estado (68%), sinalizando que o município envelhece mais devagar do que a média mineira. Comparado aos demais municípios, o índice da cidade é o 551° maior do estado.
Já o nível de juventude é de 24,7%, há 2,5 jovens (15–24) para cada 10 adultos (25–64). Este valor fica abaixo da média estadual 25,4%), o que sugere uma menor reposição de pessoas ativas economicamente em curto e médio prazo. Já o índice de maturidade é de 1,58 adultos sêniores (40-64) para cada adulto jovem (25-39), este valor é maior que a média estadual, confirmando concentração em um público favorável a produtos de maior tíquete (finanças, seguros, reformas, saúde preventiva, turismo familiar e mercado imobiliário).
Geração de Empregos
O município possui 1,4 mil empregos com carteira assinada, alimentador de linha de produção. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 2,6 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,3 mil.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 449 admissões formais e 421 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 28 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 79.
Na pequena região de Itajubá este é o 3º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 4º que mais cresce na pequena região de Itajubá.
Abertura de Empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 10 novas empresas em Maria da Fé, sendo que uma delas atua pela internet. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (7). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 48 empresas.
Na região, somam-se 1,4 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Pouso Alegre, Extrema, Itajubá, São Lourenço e Santa Rita do Sapucaí, que somaram um total de 821 novas empresas, o que representa 58,6% do total de empresas abertas na região no período.
Crescimento da População
Crescimento do PIB
Entre 2006 a 2021, o crescimento do PIB municipal apresentou o 3° melhor desempenho da região imediata. Nos últimos dez anos, o crescimento nominal do nível de atividade da cidade foi de 134,5% e a taxa apresentada dos últimos 5 anos foi de 34,3%.
Renda e Potencial de Consumo
A concentração de renda entre as classes econômicas em Maria da Fé pode ser considerada normal e é relativamente inferior à média estadual. As faixas de menor poder aquisitivo (E e D) participam com 72,9% do total de remunerações da cidade, enquanto que as classes mais altas representam 2,5%. Destaca-se que a composição de renda das classes mais baixas da cidade têm uma concentração 21,8 pontos percentuais maior que a média estadual, já as faixas de alta renda possuem participação 12,7 pontos abaixo da média.
Do total de trabalhadores, as três atividades que mais empregam são: administração pública em geral (451), fabricação de conservas de legumes e outros vegetais, exceto palmito (169) e serviços prestados principalmente às empresas (84). Entre os setores característicos da cidade, também se destacam as atividades de fabricação de conservas de legumes e outros vegetais, exceto palmito e cultivo de batata-inglesa.
A renda média dos responsáveis pelos domicílios na cidade é de R$ 2.193, entre os bairros de maior poder aquisitivo, destacam-se: Centro, com média de R$ 3.170, seguido dos bairros Fazenda Retiro (R$ 2.821), Bela Vista (R$ 2.821) e Santo Antonio (R$ 2.396).
Índice de Empreendedorismo
O Ranking de Empreendedorismo da Caravela coloca o município de Maria da Fé - MG entre as 320 melhores cidades do estado para se fazer negócios. Com um índice final de 49.1 pontos, a cidade tem mais força nos indicadores de Diversificação (59 pontos) e Crescimento (58.98). Por outro lado, ainda enfrenta desafios nos quesitos Sobrevivência (24.1 pontos) e Geração de empregos (24.15), que obtiveram pontuação mais baixa.
Estrutura de saúde
Em 2022, Maria da Fé registrou uma taxa de 210,6 leitos do SUS para cada cem mil habitantes. Este quantitativo de leitos aumentou nos últimos anos em um ritmo de 3,9 leitos a cada cem mil habitantes por ano. A taxa de atual é a 146° maior do estado. Já os leitos não pertencentes ao SUS formam a taxa de 0 (por 100 mil hab.) e apresentam uma redução de -4,1 leitos por cem mil habitantes a cada ano. O município não possui registros de leitos de atendimentos de UTI.
A cidade conta com 1,12 enfermeiros para cada mil habitantes e 1,47 médicos por mil habitantes. A taxa de enfermeiros é menor que a usual e aumentou nos últimos dez anos, quando a taxa era de 0,63 por mil habitantes. Já a taxa de médicos é inferior à média e cresceu durante os últimos anos. Há dez anos, a taxa era de 0,28 para cada mil habitantes.
Cobertura vacinal
Entre os nove tipos de vacinações analisadas, a cobertura média vacinal do município é de 85,2%, o que representa uma taxa abaixo da média dos demais municípios brasileiros. A vacina de maior cobertura local é a BCG, com uma taxa de 100%, por outro lado, a Tríplice Viral (1° dose) apresenta maiores desafios, com uma cobertura de 74,4444444444444%.
Atenção básica e pré-natal
Em 2022, no município de Maria da Fé, o percentual de nascimentos com pré-natal adequado foi de 80%, esta é o 350° melhor cenário no estado de Minas Gerais. Também foram registrados casos de nascimentos com nenhum atendimento de pré-natal, isto ocorreu em 2,8% dos nascidos vivos no ano, o que pode ser considerada uma taxa elevada em relação aos demais municípios brasileiros e se posiciona como o 88° pior cenário do estado.
A cobertura de atenção básica em Maria da Fé alcançou a taxa de 100% no ano de 2022. No estado, 704 municípios alcançaram a cobertura total de atenção básica para sua população. A cobertura de atendimento dos agentes comunitários e da estratégia de saúde familiar foi de 100% para ambas as taxas. Além disso, estima-se que o percentual da população coberta por planos e seguros de assistência suplementar à saúde (privados) é de 13,4%.
Hospitalizações
A taxa de hospitalização do SUS em Maria da Fé apontam para um nível de internações próxima à média nacional, com 6,97 mil hospitalizações para cada 100 mil habitantes. No período de 2011 a 2022, a evolução do número de hospitalizações mostrou um aumento de 18,2 internações (a cada 100 mil hab.) por ano.
Em relação às taxas de hospitalizações sensíveis à atenção primária, que se refere aos casos de doenças que poderiam ser evitados com ações de atenção primária, o município apresenta um nível de internações acima da média, de 2,2 mil a cada cem mil habitantes. O crescimento desta categoria de hospitalizações ao longo da última década está semelhante aos demais municípios, com um aumento anual da taxa equivalente a -13,1 hospitalizações por cem mil hab. a cada ano.
Mortalidade
Com estes índices, o nível de mortalidade do município é o 409° maior do estado, com 856 ocorrências a cada cem mil habitantes. Nos últimos anos, a taxa de mortalidade cresceu em um ritmo de 13,5 óbitos a cada cem mil habitantes ao ano. Soma-se a estes valores o total de 126 mortes (a cada 100 mil habitantes) por causas evitáveis, a 331° maior taxa do estado, que tem apresentado uma redução de -4,2 ocorrências para cada 100 mil hab. ao longo de cada ano.
Nascimentos
Entre 2015 a 2020, Maria da Fé registrou 1,09 mil nascimentos, cerca de 180,83 novos bebês por ano. Ao longo dos anos, a tendência de crescimento de novos registros foi negativa, porém, esta taxa de natalidade está próxima à média dos demais municípios do Brasil. No período, houve mais nascimentos de meninos, 52,7 a cada 100 bebês.
Segurança pública
Durante o ano de 2022, foram registradas 0 vítimas de homicídio doloso no município. Esta quantidade foi igual ao desempenho de 2021, quando houve 0 vítimas na cidade. Em 2018, o número de casos de homicídio era de 0, representando uma manutenção na segurança local.
Considerando o tamanho populacional, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes em Maria da Fé é de 0, um valor considerado abaixo da média. Com base neste indicador, o município é o 3° mais seguro da pequena região de Itajubá.
Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Maria da Fé apresenta uma pontuação geral de 53,1 pontos em 100, classificando-se em 1005 entre os 5.570 municípios brasileiros, o que indica um nível de desenvolvimento sustentável considerado médio. Ao todo, o município possui 4 áreas com nível muito baixo, uma está em nível baixo, 3 são consideradas médias, 5 áreas estão com nível alto e no patamar muito alto apenas uma área.
A avaliação dos ODS revela que os principais pontos críticos da cidade são: ODS9 Indústria, inovação e infraestrutura, ODS15 Protefer a vida terrestre, ODS17 Parcerias para a implementação dos objetivos, ODS8 Trabalho digno e crescimento econômico.
Por outro lado, os índices de maior desenvolvimento da cidade encontram-se nos objetivos: ODS7 Energias renováveis e acessíveis, ODS11 Cidades e comunidades sustentáveis, ODS13 Ação climática, ODS16 Paz, justiça e instituições eficazes.
Mercado de trabalho
O município possui 1,4 mil empregos com carteira assinada, alimentador de linha de produção. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 2,6 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,3 mil.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 449 admissões formais e 421 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 28 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 79.
Na pequena região de Itajubá este é o 3º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 4º que mais cresce na pequena região de Itajubá.
Pelas nossas projeções, o período acumulado até julho de 2027 deve apresentar 758 novas contratações e cerca de 737 desligamentos, o que deve resultar em um saldo de 21 novos postos de trabalho na cidade. Apesar da projeção positiva, o histórico da movimentação de empregos na cidade dos últimos anos mostra um desempenho abaixo da média, com poucas perspectivas de crescimento dos empregos nos últimos meses.
Entre as 19 atividades econômicas que tiveram movimentações de admissões ou desligamentos no último ano, 6 apresentaram saldo de empregos negativo, destacando-se os segmentos de Lojas de informática, Atividades de correio, Atenção ambulatorial (com saldos de -13, -5, -4 empregos, respectivamente). Por outro lado, 13 setores tiveram mais admissões que desligamentos, resultando em saldos positivos, como é o caso das atividades de Lavouras permanentes, Supermercados e lojas de variedades, Atividades jurídicas (com saldos de 20, 10, 4 empregos).
Abertura de empresas
Até agosto de 2026 houve registro de 10 novas empresas em Maria da Fé, sendo que uma delas atua pela internet. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (7). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 48 empresas.
Na região, somam-se 1,4 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Pouso Alegre, Extrema, Itajubá, São Lourenço e Santa Rita do Sapucaí, que somaram um total de 821 novas empresas, o que representa 58,6% do total de empresas abertas na região no período.
Microempreendedores (MEI)
Até o dia 6 de dezembro de 2025, o município possuía um total de 1,09 mil microempreendedores individuais. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 74,6 MEIs para cada mil habitantes, este indicador está acima da média dos demais municípios e é a 4° maior taxa da região imediata.
Durante o ano de 2023, o crescimento de MEIs tem sido bem abaixo da média brasileira, com um aumento de 2,3%, este desempenho é o 696° melhor do estado. No último mês, houve decréscimo de 0 registros do total de microempreendedores individuais.
Frota de veículos
O município de Maria da Fé possui uma frota total de 6,8 mil veículos, sendo 4,6 mil (68%) carros, 1,6 mil (23%) motos e 361 (5%) caminhões. A cidade tem a 584º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui poucos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos caminhões tem a maior representatividade no município, com o 309° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 4,6% da frota total do município. Este desempenho esteve próximo à média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 305° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento dos caminhões, que tiveram um aumento de 5,2% das suas unidades no último ano, obtendo o 232° melhor desempenho estadual.
Movimentação bancária
No acumulado do ano de 2026, até o mês de março, as estatísticas bancárias municipais de Maria da Fé apresentam um movimento de crescimento dos seus valores de poupança, na ordem de 4,2%. No mesmo período, as operações de crédito tiveram alta de 0,6% e os financiamentos imobiliários também apresentaram crescimento, com aumento de 1,8%.
Considerando a evolução dos demais municípios, o movimento de ascendência da poupança está abaixo da média, o que sinaliza para uma queda do poder de compra dos moradores. Nas operações de crédito, o ritmo é considerado muito baixo, revelando uma possível queda de investimentos. Por fim, a evolução dos financiamentos imobiliários mostra um mercado desaquecido nos últimos meses.
Transações via PIX
No acumulado do mês de agosto de 2026, o valor pago por pessoas físicas em transações financeiras via PIX somou um total de R$ 47,7 milhões de reais. Já o total recebido por conta jurídicas no mês foi de R$ 29,6 milhões de reais.
O valor das transações de agosto representa um crescimento de 1,3% frente ao mês anterior. Nos últimos 12 meses, a variação do valor pago em transações pix foi de 8,8%, comparando com os demais municípios, este é o 12° melhor desempenho da pequena região de Itajubá. Seguindo este ritmo, as nossas projeções indicam que o mês de setembro deve apresentar um crescimento de 1,2% no valor total de pagamentos PIX.
A quantidade média de transações PIX realizadas no município é de 17 por habitante no mês, este índice de adesão é considerado muito baixo, o que indica uma atividade econômica reduzida. O ticket médio das transações realizadas é considerado próximo à média, demonstrando um usual poder de compra da população.
A partir das movimentações dos valores de PIX, é possível constatar que o município possui uma sazonalidade muito abaixo da média dos demais municípios. Dezembro é o mês de maior movimentação, com um nível de transação financeira 10,6% superior aos demais meses. Por outro lado, fevereiro é o mês de menor atividade financeira.
Cadastro Único e pobreza
Em junho de 2026, os registros de cadastro único do município somam 2,8 mil famílias e 3,2 mil pessoas em situação de pobreza, o que representa 22,1% do total de habitantes, já na condição de extrema pobreza são 2 mil pessoas (13,7% da população).
A participação do número de pessoas em extrema pobreza é considerada mediana, sendo a cidade com a 6° cidade com maior percentual dentro da pequena região de Itajubá.
No último ano, o total de famílias registradas no Cadastro Único cresceu 17,2%, enquanto que o total de famílias em extrema pobreza aumentou 5,6%, uma variação próximo à média nacional.
Imposto de Renda
Em 2023, o número de declarantes do imposto de renda em cidade foi de 1,8 mil pessoas. O total de declarantes aumentou em 1,7% desde o último ano, o que representa um desempenho próximo à média.
Considerando o tamanho populacional, o número de declarantes representa 12,1% do total de habitantes, este percentual é considerado próximo à média quando comparado com a média dos demais municípios.
A soma dos gastos com despesas médicas declaradas no imposto de renda foi de R$ 3,9 milhões de reais, o que representa uma média de R$ 2,2 mil por declarante. Os gastos com instrução somam 2,1 milhões de reais e representam um total de R$ 1,2 mil por declarante.
Turismo
De acordo com o Ministério do Turismo, Maria da Fé pertence ao Polo Caminhos Da Mantiqueira. Este polo turístico envolve 14 cidades, as quais atraem um total de 314,6 mil turistas por ano (2% internacionais). Entre as 44 regiões turísticos do estado, o Polo Caminhos Da Mantiqueira é o que 10° que mais atrai turistas. No cenário nacional, este é o 110° maior destino turístico nacional.
A cidade de Maria da Fé foi classificada pelo Ministério do Turismo como uma município do cluster D, que representa as cidades com baixo potencial turístico do país. No ano de 2019, a agência nacional do turismo encontrou 9 empregos no setor, além de 3 empresas.
Perfil da frota
O município de Maria da Fé possui uma frota total de 6,8 mil veículos, sendo 4,6 mil (68%) carros, 1,6 mil (23%) motos e 361 (5%) caminhões. A cidade tem a 584º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui poucos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos caminhões tem a maior representatividade no município, com o 309° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 4,6% da frota total do município. Este desempenho esteve próximo à média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 305° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento dos caminhões, que tiveram um aumento de 5,2% das suas unidades no último ano, obtendo o 232° melhor desempenho estadual.
Comércio exterior
Durante o ano de 2024, o município de Maria da Fé - MG registrou um valor exportado de USD 84,1 mil. Nos últimos anos, houve movimentação de empresas locais exportando produtos para fora do país desde 2005 até o ano de 2024, com uma taxa média de crescimento de 118% ao ano.
Em 2024, as importações realizadas pelo município de somaram USD 3,5 mil. A presença de operações de compra internacional por parte de empresas locais foi registrada ao longo do período de 1997 a 2024. Nesse intervalo, o município apresentou uma taxa média de crescimento anual das importações de 99,3%.
No último ano, as exportações do município se concentraram exclusivamente na venda de Outros papéis.
As importações de 2024 do município se concentraram exclusivamente na aquisição de Não identificado.
Os principais destinos das exportações do município incluíram países como Bélgica, Itália, Estados Unidos, Gréciaque absorveram maior parte dos produtos enviados para o exterior. Estes mercados representaram a totalidade das exportações municipais.
O município teve como principal origem das importações o país de Estados Unidos.
Oportunidades de negócio
A participação do comércio, somado aos serviços de alojamento e alimentação, representa 4% do total de trabalhadores e está concentrada nas padarias, açougues e fruteiras e nos supermercados e lojas de variedades, que empregam 41 trabalhadores.
Ao todo, existem 32 modalidades diferentes de comércio na cidade. Com isso, a diversidade do comércio de Maria da Fé é considerada média, assim como a dos serviços, que também contempla empresas de alguns setores na cidade, existindo espaço para novos negócios.
Ainda assim, comparando o desempenho da cidade com a média dos municípios com tamanho populacional similar, tanto o comércio quanto os serviços apresentam maior grau de desenvolvimento comercial.
Ainda em comparação com municípios de tamanho similar, não foram encontrados setores de alta concorrência na cidade.
Por outro lado, as atividades dos supermercados e lojas de variedades, as clínicas médicas e os restaurantes e bares demonstram grande potencial para novos investimentos locais. O segmento dos supermercados e lojas de variedades costuma apresentar uma taxa esperada de 184 trabalhadores para cada 10 mil habitantes, enquanto a cidade possui uma taxa de 0, resultando em uma diferença de -184. O mesmo ocorre para o setor das clínicas médicas, que apresenta uma diferença entre a taxa real e esperada de -120 trabalhadores para cada 10 mil habitantes.
Destaca-se que os segmentos das clínicas médicas, o comércio atacadista de alimentos e bebidas, o comércio de peças de veículos, o comércio atacadista de roupas e cosméticos, os hotéis, os serviços de bufê, o comércio atacadista de químicos, papel e sucatas e o comércio atacadista de mercadorias em geral representam atividades que costumam ter movimentação de trabalhadores em cidades de tamanho similar, mas que não demonstraram vínculos formais de emprego na cidade.
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De acordo com o Censo, o bairro mais populoso da cidade é Centro, com 1,8 mil habitantes, o que representa 12,7% da população da cidade, seguido do bairro Canudos, com 11,9%.
No município de Maria da Fé, a média municipal é de estabelecimentos comerciais é de 15,2 a cada 100 domicílios. Os bairros que possuem a maior número de comércios são Centro, com 39,1% do total da cidade, em seguida aparecem os bairros Canudos (7,3%) e Pintos Negreiros (5,8%).
De acordo com o Censo, existem cerca de 356 edificações em construção no município, o que equivale a um índice de 6,4 construções para cada 100 domicílios. Os bairros com maior movimentação imobiliária são Centro, com um percentual de 16,6% do total de edificações em construção municipal , Canudos (6,5%) e Pintos Negreiros (4,8%).
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Empresas em Maria da Fé
Até agosto de 2026 houve registro de 10 novas empresas em Maria da Fé, sendo que uma delas atua pela internet. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (7). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 48 empresas.
Na região, somam-se 1,4 mil novas empresas, valor que é superior ao desempenho do ano passado. Destacam-se as cidades de Pouso Alegre, Extrema, Itajubá, São Lourenço e Santa Rita do Sapucaí, que somaram um total de 821 novas empresas, o que representa 58,6% do total de empresas abertas na região no período.
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