Central de Minas — MG
Minas Gerais · Região imediata de Mantena
Central de Minas - MG é uma pequena cidade que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e por apresentar novas oportunidades de negócios. O baixo potencial de consumo e o desempenho econômico são fatores de atenção.
- População
- 6,2 mil
- PIB
- R$ 100 mi
- PIB per capita
- R$ 16,2 mil
- Empregos formais
- 536
- Remuneração média
- R$ 2,2 mil
Panorama econômico
Central de Minas - MG é uma pequena cidade que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e por apresentar novas oportunidades de negócios. O baixo potencial de consumo e o desempenho econômico são fatores de atenção.
No ano, o município acumula mais admissões que demissões, com um saldo de 4 funcionários.
Tamanho e Localização
Considerado um centro local de baixa influência nos municípios vizinhos, o município de Central de Minas fica perto da cidade de Mantena, Minas Gerais. Dentro de sua área de influência, a cidade atrai maior parte dos visitantes para logística de transportes.
Central de Minas é o 3º município mais populoso da pequena região de Mantena, com 6,2 mil habitantes. O PIB da cidade é de cerca de R$ 100 milhões de reais, sendo que 44,4% do valor adicionado advém dos serviços, na sequência aparecem as participações da administração pública (42,4%), da agropecuária (8,8%) e da indústria (4,3%).
Com esta estrutura, o PIB per capita de Central de Minas é de R$ 16,2 mil, valor inferior à média do estado (R$ 47,3 mil), da grande região de Governador Valadares (R$ 25,8 mil) e da pequena região de Mantena (R$ 21,2 mil).
Demografia
A cidade tem uma estrutura etária envelhecida, formada por 16,8% de crianças (0 a 14 anos), 12,1% de adolescentes (15 a 24 anos), 17,1% de adultos jovens (25 a 39), 36,6% de adultos maduros (40 a 64) e de 17,4% de pessoas com mais de 65 anos de iade. Isto configura uma razão de dependência de 51,9%, o que indica 5,2 dependentes (crianças e idosos) para cada dez pessoas em idade ativa e que a cidade já teve a sua fase de bônus demográfico, encaminhando-se para uma estrutura mais sênior. A razão de dependência mineira é de 43,8%.
O índice de envelhecimento de Central de Minas é de 104% (10,4 idosos para cada 10 crianças), valor maior que o do estado (68%), sinalizando que o município envelhece mais rápido do que a média mineira. Comparado aos demais municípios, o índice da cidade é o 95° maior do estado.
Já o nível de juventude é de 22,6%, há 2,3 jovens (15–24) para cada 10 adultos (25–64). Este valor fica abaixo da média estadual 25,4%), o que sugere uma menor reposição de pessoas ativas economicamente em curto e médio prazo. Já o índice de maturidade é de 2,15 adultos sêniores (40-64) para cada adulto jovem (25-39), este valor é maior que a média estadual, confirmando concentração em um público favorável a produtos de maior tíquete (finanças, seguros, reformas, saúde preventiva, turismo familiar e mercado imobiliário).
Geração de Empregos
O município possui 536 empregos com carteira assinada, varredor de rua. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 2,2 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,3 mil.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 89 admissões formais e 85 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 4 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de 2.
Na pequena região de Mantena este é o 3º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 3º que mais cresce na pequena região de Mantena.
Abertura de Empresas
Crescimento da População
Crescimento do PIB
Entre 2006 a 2021, o crescimento do PIB municipal apresentou o 3° melhor desempenho da região imediata. Nos últimos dez anos, o crescimento nominal do nível de atividade da cidade foi de 126,5% e a taxa apresentada dos últimos 5 anos foi de 5,7%.
Renda e Potencial de Consumo
A concentração de renda entre as classes econômicas em Central de Minas pode ser considerada alta e é relativamente superior à média estadual. As faixas de menor poder aquisitivo (E e D) participam com 82,8% do total de remunerações da cidade, enquanto que as classes mais altas representam 2,9%. Destaca-se que a composição de renda das classes mais baixas da cidade têm uma concentração 31,6 pontos percentuais maior que a média estadual, já as faixas de alta renda possuem participação 12,3 pontos abaixo da média.
Do total de trabalhadores, as três atividades que mais empregam são: administração pública em geral (253), comércio varejista de supermercados (31) e comércio varejista de minimercados (24). Entre os setores característicos da cidade, também se destacam as atividades de atividades funerárias e serviços relacionados e administração pública em geral.
A renda média dos responsáveis pelos domicílios na cidade é de R$ 1.686, entre os bairros de maior poder aquisitivo, destacam-se: Corrego Centralzinho, com média de R$ 2.253, seguido dos bairros Corrego Central (R$ 1.739), Centro (R$ 1.739) e Cidade Nova (R$ 1.615).
Índice de Empreendedorismo
O Ranking de Empreendedorismo da Caravela coloca o município de Central de Minas - MG entre as 389 melhores cidades do estado para se fazer negócios. Com um índice final de 44.8 pontos, a cidade tem mais força nos indicadores de Sobrevivência (82.7 pontos) e Densidade (82.65). Por outro lado, ainda enfrenta desafios nos quesitos Crescimento (0 pontos) e Geração de empregos (0), que obtiveram pontuação mais baixa.
Estrutura de saúde
Em 2022, Central de Minas registrou uma taxa de 356,5 leitos do SUS para cada cem mil habitantes. Este quantitativo de leitos diminuiu nos últimos anos em um ritmo de -4 leitos a cada cem mil habitantes por ano. A taxa de atual é a 40° maior do estado. Já os leitos não pertencentes ao SUS formam a taxa de 0 (por 100 mil hab.) e apresentam uma redução de -8,1 leitos por cem mil habitantes a cada ano. O município não possui registros de leitos de atendimentos de UTI.
A cidade conta com 1,46 enfermeiros para cada mil habitantes e 2,59 médicos por mil habitantes. A taxa de enfermeiros é próxima à média dos municípios e aumentou nos últimos dez anos, quando a taxa era de 0,58 por mil habitantes. Já a taxa de médicos é semelhante aos demais municípios e cresceu durante os últimos anos. Há dez anos, a taxa era de 0,43 para cada mil habitantes.
Cobertura vacinal
Entre os nove tipos de vacinações analisadas, a cobertura média vacinal do município é de 75,1%, o que representa uma taxa bem abaixo da média dos demais municípios brasileiros. A vacina de maior cobertura local é a Pneumocócica, com uma taxa de 82,5%, por outro lado, a Hepatite A apresenta maiores desafios, com uma cobertura de 66,25%.
Atenção básica e pré-natal
Em 2022, no município de Central de Minas, o percentual de nascimentos com pré-natal adequado foi de 72,5%, esta é o 605° melhor cenário no estado de Minas Gerais. Não foram registrados nascimentos de crianças com nenhum atendimento de pré-natal, o que ocorreu em apenas 2023 municípios brasileiros e 376 municípios do estado.
A cobertura de atenção básica em Central de Minas alcançou a taxa de 100% no ano de 2022. No estado, 704 municípios alcançaram a cobertura total de atenção básica para sua população. A cobertura de atendimento dos agentes comunitários e da estratégia de saúde familiar foi de 100% para ambas as taxas. Além disso, estima-se que o percentual da população coberta por planos e seguros de assistência suplementar à saúde (privados) é de 3%.
Hospitalizações
A taxa de hospitalização do SUS em Central de Minas apontam para um nível de internações próxima à média nacional, com 6,53 mil hospitalizações para cada 100 mil habitantes. No período de 2011 a 2022, a evolução do número de hospitalizações mostrou uma queda de -184,8 internações (a cada 100 mil hab.) por ano.
Em relação às taxas de hospitalizações sensíveis à atenção primária, que se refere aos casos de doenças que poderiam ser evitados com ações de atenção primária, o município apresenta um nível de internações acima da média, de 1,7 mil a cada cem mil habitantes. O crescimento desta categoria de hospitalizações ao longo da última década está muito abaixo dos demais municípios, com um aumento anual da taxa equivalente a -158,8 hospitalizações por cem mil hab. a cada ano.
Mortalidade
Com estes índices, o nível de mortalidade do município é o 21° maior do estado, com 1,31 mil ocorrências a cada cem mil habitantes. Nos últimos anos, a taxa de mortalidade cresceu em um ritmo de 27,9 óbitos a cada cem mil habitantes ao ano. Soma-se a estes valores o total de 146 mortes (a cada 100 mil habitantes) por causas evitáveis, a 198° maior taxa do estado, que tem apresentado uma redução de -13,9 ocorrências para cada 100 mil hab. ao longo de cada ano.
Nascimentos
Entre 2015 a 2020, Central de Minas registrou 519 nascimentos, cerca de 86,5 novos bebês por ano. Ao longo dos anos, a tendência de crescimento de novos registros foi negativa e esta taxa de natalidade está abaixo da média dos demais municípios do Brasil. No período, houve mais nascimentos de meninos, 51,8 a cada 100 bebês.
Segurança pública
Durante o ano de 2022, foram registradas 1 vítimas de homicídio doloso no município. Esta quantidade foi menor que o desempenho de 2021, quando houve 3 vítimas na cidade. Em 2018, o número de casos de homicídio era de 0, representando uma piora na
Considerando o tamanho populacional, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes em Central de Minas é de 16,2, um valor considerado próximo à média. Com base neste indicador, o município é o 4° mais seguro da pequena região de Mantena.
Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Central de Minas apresenta uma pontuação geral de 44 pontos em 100, classificando-se em 3547 entre os 5.570 municípios brasileiros, o que indica um nível de desenvolvimento sustentável considerado baixo. Ao todo, o município possui 8 áreas com nível muito baixo, uma está em nível baixo, uma é considerada média, 4 áreas estão com nível alto e no patamar muito alto são 2 áreas.
A avaliação dos ODS revela que os principais pontos críticos da cidade são: ODS9 Indústria, inovação e infraestrutura, ODS15 Protefer a vida terrestre, ODS17 Parcerias para a implementação dos objetivos, ODS8 Trabalho digno e crescimento econômico.
Por outro lado, os índices de maior desenvolvimento da cidade encontram-se nos objetivos: ODS11 Cidades e comunidades sustentáveis, ODS7 Energias renováveis e acessíveis, ODS13 Ação climática, ODS4 Educação de qualidade.
Mercado de trabalho
O município possui 536 empregos com carteira assinada, varredor de rua. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 2,2 mil, valor abaixo da média do estado, de R$ 3,3 mil.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 89 admissões formais e 85 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 4 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de 2.
Na pequena região de Mantena este é o 3º melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 3º que mais cresce na pequena região de Mantena.
Pelas nossas projeções, o período acumulado até julho de 2027 deve apresentar 130 novas contratações e cerca de 108 desligamentos, o que deve resultar em um saldo de 22 novos postos de trabalho na cidade. Apesar da projeção positiva, o histórico da movimentação de empregos na cidade dos últimos anos mostra um desempenho muito abaixo da média, em um cenário de retração do emprego nos últimos meses.
Entre as 20 atividades econômicas que tiveram movimentações de admissões ou desligamentos no último ano, 11 apresentaram saldo de empregos negativo, destacando-se os segmentos de Produtos alimentícios, Artefatos de concreto, Supermercados e lojas de variedades (com saldos de -8, -6, -3 empregos, respectivamente). Por outro lado, 9 setores tiveram mais admissões que desligamentos, resultando em saldos positivos, como é o caso das atividades de Hotéis, Laticínios, Construção de edifícios (com saldos de 28, 9, 6 empregos).
Microempreendedores (MEI)
Até o dia 6 de dezembro de 2025, o município possuía um total de 383 microempreendedores individuais. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 61,6 MEIs para cada mil habitantes, este indicador está abaixo da média dos demais municípios e é a 4° maior taxa da região imediata.
Durante o ano de 2023, o crescimento de MEIs tem sido acima da média brasileira, com um aumento de 6,1%, este desempenho é o 301° melhor do estado. No último mês, houve acréscimo de 2 registros do total de microempreendedores individuais.
Frota de veículos
O município de Central de Minas possui uma frota total de 4,4 mil veículos, sendo 2 mil (45%) carros, 2,1 mil (48%) motos e 156 (4%) caminhões. A cidade tem a 134º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui um número de veículos compatível com o tamanho da cidade. Destaca-se que a participação das motos possui a maior representatividade no município, com o 23° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 10,1% da frota total do município. Este desempenho esteve acima da média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 16° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento dos automóveis, que apresentaram um aumento de 11,5% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 13° melhor desempenho estadual.
Transações via PIX
No acumulado do mês de agosto de 2026, o valor pago por pessoas físicas em transações financeiras via PIX somou um total de R$ 32,6 milhões de reais. Já o total recebido por conta jurídicas no mês foi de R$ 12 milhões de reais.
O valor das transações de agosto representa uma queda de -3,2% frente ao mês anterior. Nos últimos 12 meses, a variação do valor pago em transações pix foi de 1,5%, comparando com os demais municípios, este é o 4° melhor desempenho da pequena região de Mantena. Seguindo este ritmo, as nossas projeções indicam que o mês de setembro deve apresentar uma redução de -7,8% no valor total de pagamentos PIX.
A quantidade média de transações PIX realizadas no município é de 21,4 por habitante no mês, este índice de adesão é considerado baixo, o que indica uma atividade econômica reduzida. O ticket médio das transações realizadas é considerado elevado, demonstrando um bom poder de compra da população.
A partir das movimentações dos valores de PIX, é possível constatar que o município possui uma sazonalidade muito abaixo da média dos demais municípios. Dezembro é o mês de maior movimentação, com um nível de transação financeira 8,9% superior aos demais meses. Por outro lado, fevereiro é o mês de menor atividade financeira.
Cadastro Único e pobreza
Em junho de 2026, os registros de cadastro único do município somam 1,3 mil famílias e 1,5 mil pessoas em situação de pobreza, o que representa 24,3% do total de habitantes, já na condição de extrema pobreza são 788 pessoas (12,7% da população).
A participação do número de pessoas em extrema pobreza é considerada baixa, sendo a cidade com a 7° cidade com maior percentual dentro da pequena região de Mantena.
No último ano, o total de famílias registradas no Cadastro Único cresceu 21,7%, enquanto que o total de famílias em extrema pobreza aumentou 7,3%, uma variação próximo à média nacional.
Imposto de Renda
Em 2023, o número de declarantes do imposto de renda em cidade foi de 816 pessoas. O total de declarantes aumentou em 1,9% desde o último ano, o que representa um desempenho próximo à média.
Considerando o tamanho populacional, o número de declarantes representa 13,1% do total de habitantes, este percentual é considerado próximo à média quando comparado com a média dos demais municípios.
A soma dos gastos com despesas médicas declaradas no imposto de renda foi de R$ 1 milhão de reais, o que representa uma média de R$ 1,2 mil por declarante. Os gastos com instrução somam 399,9 mil reais e representam um total de R$ 0,5 mil por declarante.
Turismo
De acordo com o Ministério do Turismo, Central de Minas pertence ao Polo Trilhas Do Rio Doce. Este polo turístico envolve 73 cidades, as quais atraem um total de 388,5 mil turistas por ano (4,7% internacionais). Entre as 44 regiões turísticos do estado, o Polo Trilhas Do Rio Doce é o que 8° que mais atrai turistas. No cenário nacional, este é o 94° maior destino turístico nacional.
A cidade de Central de Minas não foi classificada como um polo turístico pelo Ministério do Turismo, mas a a pequena região de Mantena foi identificada com 2 empregos do setor, além de 2 empresas e 5 mil visitas nacionais.
Perfil da frota
O município de Central de Minas possui uma frota total de 4,4 mil veículos, sendo 2 mil (45%) carros, 2,1 mil (48%) motos e 156 (4%) caminhões. A cidade tem a 134º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui um número de veículos compatível com o tamanho da cidade. Destaca-se que a participação das motos possui a maior representatividade no município, com o 23° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 10,1% da frota total do município. Este desempenho esteve acima da média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 16° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento dos automóveis, que apresentaram um aumento de 11,5% na sua frota desde o ano passado, obtendo o 13° melhor desempenho estadual.
Comércio exterior
Durante o ano de 2024, o município de Central de Minas - MG não registrou valores de exportação significativos. Nos últimos anos, houve movimentação de empresas locais exportando produtos para fora do país no ano de 2022.
Em 2024, nenhuma empresa do município importou produtos estrangeiros. A presença de operações de compra internacional por parte de empresas locais nunca foi registrada.
Oportunidades de negócio
A participação do comércio, somado aos serviços de alojamento e alimentação, representa 12% do total de trabalhadores e está concentrada nos hotéis e nas lojas de materiais de construção, que empregam 53 trabalhadores.
Ao todo, existem 26 modalidades diferentes de comércio na cidade. Com isso, a diversidade do comércio de Central de Minas é considerada baixa. Enquanto a diversidade dos serviços é média.
Ainda assim, comparando o desempenho da cidade com a média dos municípios com tamanho populacional similar, tanto o comércio quanto os serviços apresentam maior grau de desenvolvimento comercial.
Ainda em comparação com municípios de tamanho similar, não foram encontrados setores de alta concorrência na cidade.
Por outro lado, as atividades dos supermercados e lojas de variedades, as clínicas médicas e os restaurantes e bares demonstram grande potencial para novos investimentos locais. O segmento dos supermercados e lojas de variedades costuma apresentar uma taxa esperada de 432 trabalhadores para cada 10 mil habitantes, enquanto a cidade possui uma taxa de 0, resultando em uma diferença de -432. O mesmo ocorre para o setor das clínicas médicas, que apresenta uma diferença entre a taxa real e esperada de -340 trabalhadores para cada 10 mil habitantes.
Destaca-se que os segmentos das clínicas médicas, o comércio atacadista de alimentos e bebidas, o comércio de peças de veículos, os serviços de bufê, o comércio atacadista de roupas e cosméticos, o comércio atacadista de mercadorias em geral, as auto mecânicas e o comércio de veículos representam atividades que costumam ter movimentação de trabalhadores em cidades de tamanho similar, mas que não demonstraram vínculos formais de emprego na cidade.
Menor saturação relativa frente a cidades semelhantes.
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De acordo com o Censo, o bairro mais populoso da cidade é Centro, com 4,1 mil habitantes, o que representa 66,1% da população da cidade, seguido do bairro Cidade Nova, com 13,6%.
No município de Central de Minas, a média municipal é de estabelecimentos comerciais é de 13,4 a cada 100 domicílios. Os bairros que possuem a maior número de comércios são Centro, com 77,6% do total da cidade, em seguida aparecem os bairros Cidade Nova (10,8%) e Boa Vista (5%).
De acordo com o Censo, existem cerca de 239 edificações em construção no município, o que equivale a um índice de 6,6 construções para cada 100 domicílios. Os bairros com maior movimentação imobiliária são Centro, com um percentual de 52,7% do total de edificações em construção municipal , Cidade Nova (28,9%) e Boa Vista (7,1%).
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Fontes e metodologia
Os dados desta página são elaborados pela Caravela a partir de fontes públicas oficiais — IBGE (população, PIB, Censo), CAGED e RAIS (trabalho e renda), Receita Federal / Redesim (empresas e MEI), DATASUS (saúde), Banco Central (crédito, poupança, PIX), Denatran (frota) e Comex Stat (comércio exterior). Veja o método em Metodologia e mais dados em Dados gratuitos.