Belo Horizonte — MG
Minas Gerais · Região imediata de Belo Horizonte
Belo Horizonte - MG é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo elevado potencial de consumo. O desempenho econômico e o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios são os pontos de atenção.
- População
- 2,4 mi
- PIB
- R$ 130,2 bi
- PIB per capita
- R$ 56,2 mil
- Empregos formais
- 1,2 mi
- Remuneração média
- R$ 4 mil
Panorama econômico
Belo Horizonte - MG é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo elevado potencial de consumo. O desempenho econômico e o pequeno número de novas oportunidades claras de negócios são os pontos de atenção.
No ano, o município acumula mais admissões que demissões, com um saldo de 13865 funcionários.
Tamanho e Localização
Considerado uma metrópole de projeção nacional, o município de Belo Horizonte é um polo regional do estado. Dentro de sua área de influência, a cidade atrai maior parte dos visitantes pelos serviços de saúde avançada.
Belo Horizonte é o 1º município mais populoso do estado de Minas Gerais, com 2,4 milhões de habitantes. O PIB da cidade é de cerca de R$ 130,2 bilhões de reais, sendo que 68,6% do valor adicionado advém dos serviços, na sequência aparecem as participações da indústria (17,5%), da administração pública (13,8%) e da agropecuária (0%).
Com esta estrutura, o PIB per capita de Belo Horizonte é de R$ 56,2 mil, valor superior à média do estado (R$ 47,3 mil), mas inferior à grande região de Belo Horizonte (R$ 57,6 mil) e à pequena região de Belo Horizonte (R$ 56,7 mil).
Demografia
A cidade tem uma estrutura etária envelhecida, formada por 15,6% de crianças (0 a 14 anos), 13,1% de adolescentes (15 a 24 anos), 23,1% de adultos jovens (25 a 39), 34,2% de adultos maduros (40 a 64) e de 14% de pessoas com mais de 65 anos de iade. Isto configura uma razão de dependência de 42%, o que indica 4,2 dependentes (crianças e idosos) para cada dez pessoas em idade ativa e que a cidade ainda está em uma situação de bônus demográfico. A razão de dependência mineira é de 43,8%.
O índice de envelhecimento de Belo Horizonte é de 90% (9 idosos para cada 10 crianças), valor maior que o do estado (68%), sinalizando que o município envelhece mais rápido do que a média mineira. Comparado aos demais municípios, o índice da cidade é o 222° maior do estado.
Já o nível de juventude é de 22,9%, há 2,3 jovens (15–24) para cada 10 adultos (25–64). Este valor fica abaixo da média estadual 25,4%), o que sugere uma menor reposição de pessoas ativas economicamente em curto e médio prazo. Já o índice de maturidade é de 1,48 adultos sêniores (40-64) para cada adulto jovem (25-39), este valor é maior que a média estadual, confirmando concentração em um público favorável a produtos de maior tíquete (finanças, seguros, reformas, saúde preventiva, turismo familiar e mercado imobiliário).
Geração de Empregos
O município possui 1,2 milhões empregos com carteira assinada, dirigente do serviço público estadual e distrital. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 4 mil, valor acima da média do estado, de R$ 3,3 mil.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 353,3 mil admissões formais e 339,4 mil desligamentos, resultando em um saldo positivo de 13865 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 19412.
No estado de Minas Gerais este é o melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 8º que mais cresce na pequena região de Belo Horizonte.
Abertura de Empresas
Nos últimos 12 meses, a cidade acumulou um total de 19444 novas empresas, o que a posiciona como o 1° município da estado de Minas Gerais com melhor desempenho. Deste total de empresas, 912 atuam no comércio.
Entre as empresas abertas no período, destacam-se os setores de apoio à educação, com 1925 novas empresas, investigação particular, com 1889 empresas, e telecomunicações por satélite, com 1393 empresas novas.
Crescimento da População
Crescimento do PIB
Entre 2006 a 2021, o crescimento do PIB municipal apresentou o melhor desempenho da Unidade da Federação. Nos últimos dez anos, o crescimento nominal do nível de atividade da cidade foi de 78,8% e a taxa apresentada dos últimos 5 anos foi de 19,7%.
Renda e Potencial de Consumo
A concentração de renda entre as classes econômicas em Belo Horizonte pode ser considerada muito baixa e é relativamente inferior à média estadual. As faixas de menor poder aquisitivo (E e D) participam com 32,6% do total de remunerações da cidade, enquanto que as classes mais altas representam 29%. Destaca-se que a composição de renda das classes mais baixas da cidade têm uma concentração 18,6 pontos percentuais menor que a média estadual, já as faixas de alta renda possuem participação 13,8 pontos acima da média.
Do total de trabalhadores, as três atividades que mais empregam são: ensino fundamental (295909), administração pública em geral (99415) e serviços combinados de escritório e apoio administrativo (42600). Entre os setores característicos da cidade, também se destacam as atividades de ensino fundamental e segurança e ordem pública.
A renda média dos responsáveis pelos domicílios na cidade é de R$ 4.770, entre os bairros de maior poder aquisitivo, destacam-se: Senhor Dos Passos, com média de R$ 35.569, seguido dos bairros Belvedere (R$ 19.196), Mangabeiras (R$ 19.196) e São Bento (R$ 14.798).
Índice de Empreendedorismo
O Ranking de Empreendedorismo da Caravela coloca o município de Belo Horizonte - MG entre as 10 melhores cidades do Brasil para se fazer negócios. Com um índice final de 93.7 pontos, a cidade tem mais força nos indicadores de Diversificação (99.9 pontos) e Crescimento (99.87). Por outro lado, ainda enfrenta desafios nos quesitos Sobrevivência (77.8 pontos) e Geração de empregos (77.78), que obtiveram pontuação mais baixa.
Estrutura de saúde
Em 2022, Belo Horizonte registrou uma taxa de 275,2 leitos do SUS para cada cem mil habitantes. Este quantitativo de leitos aumentou nos últimos anos em um ritmo de 2,2 leitos a cada cem mil habitantes por ano. A taxa de atual é a 78° maior do estado. Já os leitos não pertencentes ao SUS formam a taxa de 187 (por 100 mil hab.) e apresentam um crescimento de 2,4 leitos por cem mil habitantes a cada ano. O município também possui uma taxa de leitos para atedimentos de UTI igual a 38,9 para cada cem mil habitantes em casos de SUS e de 32,3 para não-SUS.
A cidade conta com 3,43 enfermeiros para cada mil habitantes e 8,84 médicos por mil habitantes. A taxa de enfermeiros é maior que a usual e aumentou nos últimos dez anos, quando a taxa era de 1,47 por mil habitantes. Já a taxa de médicos é superior à média e cresceu durante os últimos anos. Há dez anos, a taxa era de 4,98 para cada mil habitantes.
Cobertura vacinal
Entre os nove tipos de vacinações analisadas, a cobertura média vacinal do município é de 79,7%, o que representa uma taxa abaixo da média dos demais municípios brasileiros. A vacina de maior cobertura local é a BCG, com uma taxa de 100%, por outro lado, a Meningococo C apresenta maiores desafios, com uma cobertura de 68,4677143183288%.
Atenção básica e pré-natal
Em 2022, no município de Belo Horizonte, o percentual de nascimentos com pré-natal adequado foi de 82,3%, esta é o 267° melhor cenário no estado de Minas Gerais. Também foram registrados casos de nascimentos com nenhum atendimento de pré-natal, isto ocorreu em 0,6% dos nascidos vivos no ano, o que pode ser considerada uma taxa baixa em relação aos demais municípios brasileiros e se posiciona como o 406° pior cenário do estado.
A cobertura de atenção básica em Belo Horizonte alcançou a taxa de 100% no ano de 2022. No estado, 704 municípios alcançaram a cobertura total de atenção básica para sua população. A cobertura de atendimento dos agentes comunitários e da estratégia de saúde familiar foi de 54% e 77%, respectivamente. Além disso, estima-se que o percentual da população coberta por planos e seguros de assistência suplementar à saúde (privados) é de 49%.
Hospitalizações
A taxa de hospitalização do SUS em Belo Horizonte apontam para um nível de internações abaixo da média nacional, com 6,05 mil hospitalizações para cada 100 mil habitantes. No período de 2011 a 2022, a evolução do número de hospitalizações mostrou um aumento de 34,4 internações (a cada 100 mil hab.) por ano.
Em relação às taxas de hospitalizações sensíveis à atenção primária, que se refere aos casos de doenças que poderiam ser evitados com ações de atenção primária, o município apresenta um nível de internações abaixo da média, de 973 a cada cem mil habitantes. O crescimento desta categoria de hospitalizações ao longo da última década está semelhante aos demais municípios, com um aumento anual da taxa equivalente a 3,6 hospitalizações por cem mil hab. a cada ano.
Mortalidade
Com estes índices, o nível de mortalidade do município é o 523° maior do estado, com 791 ocorrências a cada cem mil habitantes. Nos últimos anos, a taxa de mortalidade cresceu em um ritmo de 19 óbitos a cada cem mil habitantes ao ano. Soma-se a estes valores o total de 101 mortes (a cada 100 mil habitantes) por causas evitáveis, a 538° maior taxa do estado, que tem apresentado um crescimento de 0,1 ocorrências para cada 100 mil hab. ao longo de cada ano.
Nascimentos
Entre 2015 a 2020, Belo Horizonte registrou 176,57 mil nascimentos, cerca de 29,43 mil novos bebês por ano. Ao longo dos anos, a tendência de crescimento de novos registros foi negativa e esta taxa de natalidade está bem abaixo da média dos demais municípios do Brasil. No período, houve mais nascimentos de meninos, 51,1 a cada 100 bebês.
Segurança pública
Durante o ano de 2022, foram registradas 305 vítimas de homicídio doloso no município. Esta quantidade foi maior que o
Considerando o tamanho populacional, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes em Belo Horizonte é de 13,2, um valor considerado próximo à média. Com base neste indicador, o município é o 20° mais seguro da pequena região de Belo Horizonte.
Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Belo Horizonte apresenta uma pontuação geral de 54,4 pontos em 100, classificando-se em 739 entre os 5.570 municípios brasileiros, o que indica um nível de desenvolvimento sustentável considerado médio. Ao todo, o município possui 6 áreas com nível muito baixo, 2 estão em nível baixo, 3 são consideradas médias, 3 áreas estão com nível alto e no patamar muito alto são 3 áreas.
A avaliação dos ODS revela que os principais pontos críticos da cidade são: ODS9 Indústria, inovação e infraestrutura, ODS11 Cidades e comunidades sustentáveis, ODS15 Protefer a vida terrestre, ODS10 Reduzir as desigualdades.
Por outro lado, os índices de maior desenvolvimento da cidade encontram-se nos objetivos: ODS7 Energias renováveis e acessíveis, ODS14 Proteger a vida marinha, ODS6 Água potável e saneamento, ODS13 Ação climática.
Mercado de trabalho
O município possui 1,2 milhões empregos com carteira assinada, dirigente do serviço público estadual e distrital. A remuneração média dos trabalhadores formais do município é de R$ 4 mil, valor acima da média do estado, de R$ 3,3 mil.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 353,3 mil admissões formais e 339,4 mil desligamentos, resultando em um saldo positivo de 13865 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 19412.
No estado de Minas Gerais este é o melhor desempenho em termos absolutos. Considerando a geração de vagas pelo tamanho da população, a cidade é a 8º que mais cresce na pequena região de Belo Horizonte.
Pelas nossas projeções, o período acumulado até julho de 2027 deve apresentar 683254 novas contratações e cerca de 683130 desligamentos, o que deve resultar em um saldo de 124 novos postos de trabalho na cidade. Somado a esta projeção positiva, o histórico da movimentação de empregos na cidade dos últimos anos mostra um desempenho acima da média, em um panorama positivo de novas contratações nos últimos meses.
Entre as 43 atividades econômicas que tiveram movimentações de admissões ou desligamentos no último ano, 21 apresentaram saldo de empregos negativo, destacando-se os segmentos de Bebidas alcoólicas, Lojas de livros, cds e artigos esportivos, Atividades de correio (com saldos de -7, -6, -6 empregos, respectivamente). Por outro lado, 22 setores tiveram mais admissões que desligamentos, resultando em saldos positivos, como é o caso das atividades de Lojas de roupas e calçados, Lojas de informática, Transporte rodoviário de carga (com saldos de 12, 6, 6 empregos).
Abertura de empresas
Nos últimos 12 meses, a cidade acumulou um total de 19444 novas empresas, o que a posiciona como o 1° município da estado de Minas Gerais com melhor desempenho. Deste total de empresas, 912 atuam no comércio.
Entre as empresas abertas no período, destacam-se os setores de apoio à educação, com 1925 novas empresas, investigação particular, com 1889 empresas, e telecomunicações por satélite, com 1393 empresas novas.
Microempreendedores (MEI)
Até o dia 6 de dezembro de 2025, o município possuía um total de 296,91 mil microempreendedores individuais. Considerando o tamanho populacional da cidade, há uma taxa de 122,9 MEIs para cada mil habitantes, este indicador está bem acima da média dos demais municípios e é a 1° maior taxa da região imediata.
Durante o ano de 2023, o crescimento de MEIs tem sido abaixo da média brasileira, com um aumento de 5,1%, este desempenho é o 405° melhor do estado. No último mês, houve acréscimo de 529 registros do total de microempreendedores individuais.
Frota de veículos
O município de Belo Horizonte possui uma frota total de 2,8 milhões veículos, sendo 2,3 milhões (82%) carros, 327 mil (12%) motos e 67,9 mil (2%) caminhões. A cidade tem a 5º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui muitos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos carros tem a maior representatividade no município, com o 1° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 3% da frota total do município. Este desempenho esteve muito abaixo da média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 586° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento dos caminhões, que tiveram um aumento de 22,5% das suas unidades no último ano, obtendo o 12° melhor desempenho estadual.
Movimentação bancária
No acumulado do ano de 2026, até o mês de março, as estatísticas bancárias municipais de Belo Horizonte apresentam um movimento de crescimento dos seus valores de poupança, na ordem de 26,9%. No mesmo período, as operações de crédito tiveram alta de 17,3% e os financiamentos imobiliários , ao contrário, apresentaram retração, com queda de -11,9%.
Considerando a evolução dos demais municípios, o movimento de ascendência da poupança está acima da média, o que pode indicar um aumento do poder de compra dos moradores. Nas operações de crédito, o ritmo é considerado próximo à média. Por fim, a evolução dos financiamentos imobiliários mostra um mercado muito desaquecido nos últimos meses.
Transações via PIX
No acumulado do mês de agosto de 2026, o valor pago por pessoas físicas em transações financeiras via PIX somou um total de R$ 18,8 bilhões de reais. Já o total recebido por conta jurídicas no mês foi de R$ 40,7 bilhões de reais.
O valor das transações de agosto representa uma queda de -1,4% frente ao mês anterior. Nos últimos 12 meses, a variação do valor pago em transações pix foi de 13,3%, comparando com os demais municípios, este é o 26° melhor desempenho da pequena região de Belo Horizonte. Seguindo este ritmo, as nossas projeções indicam que o mês de setembro deve apresentar uma redução de -2% no valor total de pagamentos PIX.
A quantidade média de transações PIX realizadas no município é de 31,8 por habitante no mês, este índice de adesão é considerado alto, o que indica uma atividade econômica elevada. O ticket médio das transações realizadas é considerado elevado, demonstrando um bom poder de compra da população.
A partir das movimentações dos valores de PIX, é possível constatar que o município possui uma sazonalidade muito abaixo da média dos demais municípios. Dezembro é o mês de maior movimentação, com um nível de transação financeira 13,9% superior aos demais meses. Por outro lado, fevereiro é o mês de menor atividade financeira.
Cadastro Único e pobreza
Em junho de 2026, os registros de cadastro único do município somam 275,7 mil famílias e 262 mil pessoas em situação de pobreza, o que representa 10,8% do total de habitantes, já na condição de extrema pobreza são 177,9 mil pessoas (7,4% da população).
A participação do número de pessoas em extrema pobreza é considerada muito baixa, sendo a cidade com a 27° cidade com maior percentual dentro da pequena região de Belo Horizonte.
No último ano, o total de famílias registradas no Cadastro Único cresceu 22,8%, enquanto que o total de famílias em extrema pobreza aumentou 8%, uma variação próximo à média nacional.
Imposto de Renda
Em 2023, o número de declarantes do imposto de renda em cidade foi de 766,7 mil pessoas. O total de declarantes aumentou em 0,1% desde o último ano, o que representa um desempenho abaixo da média.
Considerando o tamanho populacional, o número de declarantes representa 31,7% do total de habitantes, este percentual é considerado acima da média quando comparado com a média dos demais municípios.
A soma dos gastos com despesas médicas declaradas no imposto de renda foi de R$ 5,1 bilhões de reais, o que representa uma média de R$ 6,6 mil por declarante. Os gastos com instrução somam 2 bilhões de reais e representam um total de R$ 2,6 mil por declarante.
Turismo
De acordo com o Ministério do Turismo, Belo Horizonte pertence ao Polo Capital Belo Horizonte. Este polo turístico envolve 9 cidades, as quais atraem um total de 3,5 milhões de turistas por ano (3,9% internacionais). Entre as 44 regiões turísticos do estado, o Polo Capital Belo Horizonte é o que mais atrai turistas. No cenário nacional, este é o 14° maior destino turístico nacional.
A cidade de Belo Horizonte foi classificada pelo Ministério do Turismo como uma município do cluster A, que representa as cidades de maior potencial turístico do país. No ano de 2019, a agência nacional do turismo encontrou 2,3 mil empregos no setor, além de 159 empresas. As atrações turísticas da cidade ano ano foram capazes de atrair 3,3 milhões de turistas nacionais, o que representa 100% do total de turistas do polo turístico. Já o número de turistas internacionais foi de 136,3 mil.
Perfil da frota
O município de Belo Horizonte possui uma frota total de 2,8 milhões veículos, sendo 2,3 milhões (82%) carros, 327 mil (12%) motos e 67,9 mil (2%) caminhões. A cidade tem a 5º maior taxa de veículos per capita do estado e, em relação aos demais municípios do Brasil, a taxa por habitante mostra que a cidade possui muitos veículos na cidade. Destaca-se que a participação dos carros tem a maior representatividade no município, com o 1° maior índice por habitante do estado
Desde o final do ano passado até o mês de dezembro de 2024 houve aumento de 3% da frota total do município. Este desempenho esteve muito abaixo da média das demais cidades do Brasil, enquanto que no estado, foi o 586° maior crescimento.
Deste crescimento do último ano, destaca-se o crescimento dos caminhões, que tiveram um aumento de 22,5% das suas unidades no último ano, obtendo o 12° melhor desempenho estadual.
Comércio exterior
Durante o ano de 2024, o município de Belo Horizonte - MG registrou um valor exportado de USD 744,5 milhões. Nos últimos anos, houve movimentação de empresas locais exportando produtos para fora do país desde 1997 até o ano de 2024, com uma taxa média de crescimento de 100,2% ao ano.
Em 2024, as importações realizadas pelo município de somaram USD 998,4 milhões. A presença de operações de compra internacional por parte de empresas locais foi registrada ao longo do período de 1997 a 2024. Nesse intervalo, o município apresentou uma taxa média de crescimento anual das importações de 105%.
No último ano, as exportações do município estiveram concentradas na venda de Tubos e perfis ocos, sem costura, de ferro ou aço, Ferro fundido bruto e ferro spiegel (especular), Artigos e aparelhos ortopédicos, Pedras preciosas (exceto diamantes) ou semipreciosas, Granito e outros. Estes produtos representaram 91,5% das exportações municipais.
As importações de 2024 do município estiveram concentradas na aquisição de Sangue humano, sangue animal preparado para usos terapêuticos entre outros veículos aéreos (por exemplo: helicópteros, Instrumentos e aparelhos para medicina, Reagentes de diagnóstico ou de laboratório, Bulldozers entre outros. Estes produtos representaram 21,7% do total importado pelo município.
Os principais destinos das exportações do município incluíram países como Estados Unidos, Arábia Saudita, Bélgica, França, Emirados Árabes Unidos, que absorveram maior parte dos produtos enviados para o exterior. Estes mercados representaram 70,6% das exportações municipais.
As importações registradas em 2024 tiveram como principais origens países como China, Estados Unidos, Alemanha, Itália, Hong Kong, responsáveis pelo fornecimento de grande parte dos produtos adquiridos no exterior. Estas fontes de produtos representaram 74,8% das importações municipais.
Oportunidades de negócio
A participação do comércio, somado aos serviços de alojamento e alimentação, representa 0% do total de trabalhadores e está concentrada nos supermercados e lojas de variedades e nas lojas de roupas e calçados, que empregam 99 trabalhadores.
Ao todo, existem 74 modalidades diferentes de comércio na cidade. Com isso, a diversidade do comércio de Belo Horizonte é considerada alta, assim como a dos serviços, que também contempla empresas de vários setores na cidade, tornando a concorrência mais acirrada de um modo geral.
Comparando o desempenho da cidade com a média dos municípios com tamanho populacional similar, tanto o comércio quanto os serviços apresentam maior grau de desenvolvimento comercial.
Ainda em comparação com municípios de tamanho similar, não foram encontrados setores de alta concorrência na cidade.
Por outro lado, as atividades dos supermercados e lojas de variedades, as clínicas médicas e os restaurantes e bares demonstram grande potencial para novos investimentos locais. O segmento dos supermercados e lojas de variedades costuma apresentar uma taxa esperada de 46 trabalhadores para cada 10 mil habitantes, enquanto a cidade possui uma taxa de 0, resultando em uma diferença de -46. O mesmo ocorre para o setor das clínicas médicas, que apresenta uma diferença entre a taxa real e esperada de -39 trabalhadores para cada 10 mil habitantes.
Destaca-se que os segmentos do comércio atacadista de roupas e cosméticos, o comércio de veículos, o comércio atacadista de máquinas, o comércio atacadista de madeira e material de construção, o comércio de motos, o comércio atacadista de grãos e insumos agrícolas, o comércio atacadista de eletrônicos e informática e os campings e albergues representam atividades que costumam ter movimentação de trabalhadores em cidades de tamanho similar, mas que não demonstraram vínculos formais de emprego na cidade.
Menor saturação relativa frente a cidades semelhantes.
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De acordo com o Censo, o bairro mais populoso da cidade é Buritis, com 42,3 mil habitantes, o que representa 1,8% da população da cidade, seguido do bairro Sagrada Família, com 1,4%.
No município de Belo Horizonte, a média municipal é de estabelecimentos comerciais é de 12,1 a cada 100 domicílios. Os bairros que possuem a maior número de comércios são Centro, com 2,4% do total da cidade, em seguida aparecem os bairros Padre Eustáquio (1,8%) e Carlos Prates (1,4%).
De acordo com o Censo, existem cerca de 17,4 mil edificações em construção no município, o que equivale a um índice de 1,7 construções para cada 100 domicílios. Os bairros com maior movimentação imobiliária são Centro, com um percentual de 0,4% do total de edificações em construção municipal , Padre Eustáquio (0,9%) e Carlos Prates (0,4%).
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Fontes e metodologia
Os dados desta página são elaborados pela Caravela a partir de fontes públicas oficiais — IBGE (população, PIB, Censo), CAGED e RAIS (trabalho e renda), Receita Federal / Redesim (empresas e MEI), DATASUS (saúde), Banco Central (crédito, poupança, PIX), Denatran (frota) e Comex Stat (comércio exterior). Veja o método em Metodologia e mais dados em Dados gratuitos.